Treze anos após sediar uma Copa que ficou marcada pelo fracasso da Seleção Brasileira ao tomar um achacapante 7 a 1 contra a Alemanha em pleno Mineirão na semifinal da competição, o Brasil volta a ser sede de um mundial. Mas, dessa vez, a competição será entre as mulheres, que buscarão apagar o vexame vivido pela equipe masculina.
Em 2027, o país será palco da Copa do Mundo Feminina da FIFA, tornando-se o primeiro da América do Sul a sediar a competição. Além de reunir as principais seleções do planeta, o torneio representa uma oportunidade para consolidar o crescimento da modalidade no país e escrever uma nova história após a marcante Copa do Mundo masculina de 2014.
A realização do Mundial também coloca a Seleção Brasileira Feminina diante de um desafio esportivo importante. Jogando em casa, a equipe tentará conquistar um título inédito e aproveitar o fator local para alcançar um desempenho histórico e extremamente positivo.
Competição deve movimentar turismo e economia brasileira
Os impactos da Copa do Mundo de 2027 vão muito além das quatro linhas. Segundo projeções apresentadas pela FIFA, a expectativa é que até 4 milhões de torcedores e visitantes circulem pelo país durante o torneio, impulsionando diversos setores da economia, como hotelaria, transporte, alimentação, comércio e entretenimento.
Conforme divulgado pelo portal OpiniãoCE, estudos também apontam que a competição poderá gerar uma movimentação econômica de aproximadamente R$ 8,8 bilhões, além da criação de dezenas de milhares de empregos temporários ligados direta ou indiretamente ao evento. Na prática, grandes competições esportivas costumam produzir efeitos que vão além da receita obtida nos estádios, estimulando investimentos em infraestrutura, serviços e turismo nas cidades-sede.
Brasil terá oportunidade de fortalecer o futebol feminino
Diferente do cenário encontrado em 2014, quando a prioridade estava concentrada na estrutura para o torneio masculino, a edição de 2027 também carrega um objetivo de longo prazo: ampliar a visibilidade do futebol feminino e acelerar seu processo de desenvolvimento no país.





