O Santos enfrenta um momento de contenção de despesas e reorganização administrativa, sem perspectivas de reforços no mercado para a janela de transferências atual, em razão de uma punição imposta pela Fifa que impede novas contratações.
Diante desse cenário, a diretoria tem concentrado esforços em resolver pendências financeiras com atletas que já não fazem parte dos planos da comissão técnica, buscando desafogar a folha salarial e quitar obrigações contratuais, conforme apurou a reportagem do ge.
Rescisões
Atualmente, duas negociações de rescisão estão em andamento sem que tenham chegado à esfera judicial, de acordo com informações levantadas pelo ge. O zagueiro Alex Nascimento e o meia Patrick, este emprestado ao Remo, são os protagonistas dessas tratativas.
O volante Zé Rafael, por sua vez, já chegou a um acordo nesta quarta-feira para deixar o clube, como noticiou o ge. No caso dele, o Santos se comprometeu a quitar débitos acumulados, como meses de direitos de imagem em atraso, e a pagar uma indenização pela rescisão antecipada do vínculo, cujo prazo original se estendia até dezembro de 2027.
O valor acertado, contudo, fica abaixo do montante que seria devido pelos salários restantes. Zé Rafael havia chegado ao clube na temporada passada com status de titular, mas não conseguiu consolidar seu espaço no time, segundo fontes ouvidas pelo ge.
Situação distinta ocorre com o lateral-direito Mayke e o atacante Tiquinho Soares, conforme revelou o ge. Ambos recorreram à Justiça após não chegarem a um consenso com o Santos sobre o plano de pagamento das dívidas, nem diretamente com os jogadores nem com seus procuradores.
Em contrapartida, o venezuelano Tomás Rincón deixou o clube de forma amigável, assim como o argelino Bilal Brahimi e o zagueiro João Basso, que rescindiram em março deste ano, ambos sem maiores contestações judiciais, conforme levantamento do ge.





