Em entrevista na Cidade do Galo, o dirigente Paulo Bracks, do Atlético-MG, revelou que existe um atleta colombiano com grandes possibilidades de reforçar a equipe. Além disso, o clube também trabalha com a possibilidade de perder um jogador, que inclusive, já está em negociação para deixar o time.
O possível reforço é o volante Kevin Castaño, do River Plate. A equipe mineira tenta a sua contratação por empréstimo com opção de compra. No entanto, a equipe argentina deseja que seja colocada uma cláusula de obrigação de compra no contrato.
Já quem pode deixar o time é o zagueiro Ivan Román, que perdeu espaço no Galo e não vem sendo relacionado pelo técnico Eduardo Domínguez. Segundo o dirigente, há uma negociação em andamento. O clube no qual o atleta pode defender não foi revelado pelo executivo.
Castaño perdeu espaço no River Plate após chegada de Coudet
Contratado pelo River Plate em 2025, Castaño chegou ao clube argentino como uma opção para fortalecer o setor de meio-campo. Desde então, o volante acumulou 45 partidas pela equipe e contribuiu com duas assistências, participando de diferentes momentos da temporada do time.
Pela seleção colombiana, o jogador também esteve presente na Copa do Mundo de 2026, entrando em campo em duas partidas. No entanto, sua participação ficou limitada a minutos no segundo tempo dos confrontos contra Uzbequistão e Portugal, sem iniciar nenhum dos jogos como titular.
A mudança no cenário ocorreu após a chegada do técnico Coudet. O treinador passou a utilizar outras alternativas para a posição, fazendo com que Castaño deixasse de ter o mesmo protagonismo no elenco. Atualmente, o volante realiza atividades separadas e não está nos planos imediatos da comissão técnica do River.
Ivan Román busca recuperar espaço no Atlético após mudança de cenário
Ivan Román chegou ao Atlético-MG vindo do Palestino, do Chile, como uma aposta para o futuro do clube mineiro. O defensor assinou contrato com o Galo até dezembro de 2029.
Apesar da expectativa criada pela contratação, o jogador perdeu espaço durante a temporada e passou a receber menos oportunidades com a atual comissão técnica. A falta de sequência fez com que Román ficasse cerca de três meses sem entrar em campo antes da pausa para a Copa do Mundo.





