O Atlético-MG enfrenta uma situação tensa antes das quartas de final da Copa do Brasil de 2026. O zagueiro Lyanco, peça-chave na defesa, sofreu uma ruptura da fáscia plantar no pé esquerdo.
Esse infortúnio o afastará dos cruciais encontro contra o Cruzeiro, em Belo Horizonte, nos dias 25 de agosto e 1º de setembro. A lesão do jogador, titular no esquema defensivo do técnico Eduardo Domínguez, complica a formação da equipe, deixando a torcida apreensiva.
A lesão de Lyanco levanta dúvidas sobre como o Atlético-MG suprirá essa ausência nos próximos jogos. Com o time reformulando a defesa, o técnico precisará revisar suas estratégias antes do clássico no Mineirão.
Desafios na defesa atleticana
Sem Lyanco, a zaga do Atlético-MG depende de Ruan Tressoldi e Vitor Hugo, que têm demonstrado potencial em partidas anteriores. No entanto, a ausência de Léo Duarte, outro defensor importante lesionado na coxa direita, amplia o desafio.
Domínguez busca compor a defesa com jogadores disponíveis, considerando inclusive opções da base, embora os jovens talentos tenham se mostrado inexperientes em jogos decisivos.
Expectativa
O Atlético-MG já enfrentou dificuldades nesta edição da Copa do Brasil, precisando de penalidades para eliminar o Ceará. Em contraste, o Cruzeiro segue consistente, superando times como Goiás e Chapecoense com segurança.
Esse histórico recente sugere um clássico equilibrado, ainda mais com a desvantagem defensiva do Atlético-MG. Os jogos prometem alta tensão e muita disputa. As expectativas são grandes, pois o avanço na competição pode revigorar as aspirações do time ao título.





