{"id":21447,"date":"2026-04-09T20:54:00","date_gmt":"2026-04-09T23:54:00","guid":{"rendered":"https:\/\/variedades.tnh1.com.br\/?p=21447"},"modified":"2026-04-09T15:51:21","modified_gmt":"2026-04-09T18:51:21","slug":"veja-o-que-acontece-com-o-corpo-de-astronautas-durante-as-missoes-espaciais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/veja-o-que-acontece-com-o-corpo-de-astronautas-durante-as-missoes-espaciais\/","title":{"rendered":"Veja o que acontece com o corpo de astronautas durante as miss\u00f5es espaciais"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o retorno dos astronautas da Artemis II marcado para esta sexta-feira (10), cresce a curiosidade sobre um ponto pouco vis\u00edvel dessas viagens: o que realmente acontece com o corpo humano no espa\u00e7o? A resposta envolve mudan\u00e7as profundas \u2014 e at\u00e9 surpreendentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sem a gravidade da Terra, o organismo precisa se adaptar rapidamente. Um dos primeiros efeitos \u00e9 o alongamento da coluna, que pode fazer o astronauta \u201ccrescer\u201d alguns cent\u00edmetros. Ao mesmo tempo, os fluidos corporais, que normalmente se concentram na parte inferior do corpo, se deslocam para a cabe\u00e7a. Isso explica o chamado \u201crosto inchado\u201d e as \u201cpernas finas\u201d, fen\u00f4menos comuns em miss\u00f5es espaciais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que o corpo muda tanto quando est\u00e1 no espa\u00e7o<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A principal raz\u00e3o dessas altera\u00e7\u00f5es \u00e9 a microgravidade. Sem o peso do pr\u00f3prio corpo, m\u00fasculos e ossos passam a ser menos exigidos. Em poucas semanas, h\u00e1 perda de massa muscular e redu\u00e7\u00e3o da densidade \u00f3ssea \u2014 um processo parecido com o envelhecimento acelerado. Para evitar isso, astronautas treinam cerca de 2 horas por dia dentro da nave.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro impacto importante ocorre na vis\u00e3o. O ac\u00famulo de fluidos na regi\u00e3o da cabe\u00e7a pode pressionar os olhos, causando altera\u00e7\u00f5es no foco. Em alguns casos, esse efeito pode durar mesmo ap\u00f3s o retorno \u00e0 Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O sistema imunol\u00f3gico tamb\u00e9m sofre mudan\u00e7as, ficando temporariamente mais sens\u00edvel. Al\u00e9m disso, a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o pode afetar o DNA, aumentando riscos a longo prazo \u2014 motivo pelo qual cada miss\u00e3o \u00e9 cuidadosamente monitorada pela NASA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar dos efeitos, a maioria das mudan\u00e7as \u00e9 revers\u00edvel. Ap\u00f3s o pouso, os astronautas passam por reabilita\u00e7\u00e3o para recuperar for\u00e7a, equil\u00edbrio e coordena\u00e7\u00e3o. Em poucos dias, muitos j\u00e1 apresentam melhora significativa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais do que uma curiosidade, entender essas transforma\u00e7\u00f5es \u00e9 essencial para o futuro da explora\u00e7\u00e3o espacial \u2014 especialmente em miss\u00f5es mais longas, como as que pretendem levar humanos at\u00e9 Marte.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com o retorno dos astronautas da Artemis II marcado para esta sexta-feira (10), cresce a curiosidade sobre um ponto pouco vis\u00edvel dessas viagens: o que realmente acontece com o corpo humano no espa\u00e7o? A resposta envolve mudan\u00e7as profundas \u2014 e at\u00e9 surpreendentes. Sem a gravidade da Terra, o organismo precisa se adaptar rapidamente. Um dos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":21449,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-21447","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21447","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21447"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21447\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21620,"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21447\/revisions\/21620"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21449"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21447"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21447"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21447"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}