{"id":31725,"date":"2026-07-13T11:01:10","date_gmt":"2026-07-13T14:01:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/?p=31725"},"modified":"2026-07-13T11:01:23","modified_gmt":"2026-07-13T14:01:23","slug":"quanto-custa-comer-um-prato-feito-hoje-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/quanto-custa-comer-um-prato-feito-hoje-no-brasil\/","title":{"rendered":"Quanto custa comer um prato feito hoje no Brasil?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por unir fatores como praticidade, valor nutricional elevado e excelente custo-benef\u00edcio, <strong>o &#8220;prato feito&#8221; (PF) <\/strong>serviu, durante muitos anos, como uma excelente solu\u00e7\u00e3o para o trabalhador que precisa comer fora de casa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entretanto, um levantamento recente do N\u00facleo de Estudos Econ\u00f4micos da Faculdade do Com\u00e9rcio (FAC-SP) revelou que a popularidade da refei\u00e7\u00e3o pode estar sob amea\u00e7a, j\u00e1 que<strong> o pre\u00e7o, que \u00e9 um de seus principais atributos<\/strong>, sofreu altera\u00e7\u00f5es significativas nos \u00faltimos meses.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com o relat\u00f3rio da institui\u00e7\u00e3o de ensino superior mantida pela Associa\u00e7\u00e3o Comercial de S\u00e3o Paulo (ACSP), o atual pre\u00e7o m\u00e9dio do PF, que geralmente \u00e9 constitu\u00eddo de arroz, feij\u00e3o, salada e prote\u00edna, <strong>\u00e9 de R$ 31,90<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As regi\u00f5es Sul e Centro-Oeste registram <strong>os custos mais elevados do pa\u00eds<\/strong>, com o valor da refei\u00e7\u00e3o ultrapassando a marca de R$ 34. Em contrapartida, a regi\u00e3o Norte destaca-se como a \u00fanica localidade que ainda consegue manter as m\u00e9dias abaixo de R$ 30.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A FAC-SP ainda ressalta que a eleva\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os<strong> n\u00e3o significa mais lucro para o bolso dos comerciantes<\/strong>, uma vez que o aumento recente reflete apenas o repasse parcial dos custos operacionais acumulados nos \u00faltimos meses, servindo como uma medida de recomposi\u00e7\u00e3o financeira.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Justificativas para o aumento nos pre\u00e7os do prato feito<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como a infla\u00e7\u00e3o dos alimentos <em>in natura<\/em> tem <strong>registrado per\u00edodos prolongados de estabilidade<\/strong>, as raz\u00f5es para o encarecimento cont\u00ednuo do prato feito permanecem pouco compreendidas por grande parte dos brasileiros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Contudo, em entrevista ao portal CNN Brasil, o economista e coordenador t\u00e9cnico do \u00cdndice Prato Feito, Rodrigo Sim\u00f5es Galv\u00e3o, elucidou o cen\u00e1rio ao apontar que esse fen\u00f4meno decorre diretamente <strong>de um encarecimento estrutural no setor<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isso significa que o grande vil\u00e3o do pre\u00e7o n\u00e3o \u00e9 a comida no prato, mas<strong> tudo o que mant\u00e9m o restaurante de portas abertas<\/strong>, como as despesas, impostos e sal\u00e1rios dos funcion\u00e1rios, que acumulam altas e tamb\u00e9m acabam precisando ser repassadas para o consumidor final.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por unir fatores como praticidade, valor nutricional elevado e excelente custo-benef\u00edcio, o &#8220;prato feito&#8221; (PF) serviu, durante muitos anos, como uma excelente solu\u00e7\u00e3o para o trabalhador que precisa comer fora de casa. 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