{"id":39537,"date":"2026-10-19T10:02:00","date_gmt":"2026-10-19T13:02:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/?p=39537"},"modified":"2026-10-19T10:02:00","modified_gmt":"2026-10-19T13:02:00","slug":"por-que-jovens-assumem-riscos-que-adultos-evitariam-exames-cerebrais-ajudam-a-explicar-o-que-muda-com-a-idade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/por-que-jovens-assumem-riscos-que-adultos-evitariam-exames-cerebrais-ajudam-a-explicar-o-que-muda-com-a-idade\/","title":{"rendered":"Por que jovens assumem riscos que adultos evitariam? Exames cerebrais ajudam a explicar o que muda com a idade"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A impulsividade e a busca por emo\u00e7\u00f5es intensas durante a adolesc\u00eancia n\u00e3o decorrem apenas de mudan\u00e7as hormonais. Exames de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica revelam que o c\u00e9rebro dos jovens ainda se encontra em pleno desenvolvimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conforme explicou a neurocientista Fernanda Tovar Moll em s\u00e9rie exibida no Fant\u00e1stico, existe um descompasso crucial: estruturas cerebrais relacionadas \u00e0s emo\u00e7\u00f5es e ao sistema de recompensa j\u00e1 est\u00e3o bem formadas. Enquanto o c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal \u2014 a regi\u00e3o encarregada da raz\u00e3o, do planejamento e da avalia\u00e7\u00e3o de consequ\u00eancias \u2014 permanece imaturo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa diferen\u00e7a anat\u00f4mica ajuda a explicar por que os jovens buscam sensa\u00e7\u00f5es mais intensas e sentem necessidade de pertencer a grupos, mesmo diante de riscos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como os exames revelam as diferen\u00e7as entre c\u00e9rebros<\/h2>\n\n\n\n<div style=\"background:#f7f9fc;border:1px solid #e3e9f2;border-radius:14px;padding:22px 24px;margin:24px 0;box-shadow:0 1px 4px rgba(16,42,67,.06)\"><div style=\"font-size:12px;font-weight:800;letter-spacing:1.5px;text-transform:uppercase;color:#2b6cb0;margin-bottom:2px\">Pontos-chave<\/div><div style=\"font-size:19px;font-weight:800;color:#15243c;margin:2px 0 14px;line-height:1.3\">Pontos-chave da mat\u00e9ria<\/div><div style=\"display:flex;gap:12px;align-items:flex-start;margin:11px 0\"><div style=\"background:#e8f0fa;color:#2b6cb0;min-width:24px;height:24px;border-radius:50%;text-align:center;line-height:24px;font-weight:800;font-size:13px\">\u2713<\/div><div style=\"flex:1;line-height:1.55;padding-top:2px\">O c\u00e9rebro adolescente tem estruturas emocionais mais desenvolvidas e c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal imaturo.<\/div><\/div><div style=\"display:flex;gap:12px;align-items:flex-start;margin:11px 0\"><div style=\"background:#e8f0fa;color:#2b6cb0;min-width:24px;height:24px;border-radius:50%;text-align:center;line-height:24px;font-weight:800;font-size:13px\">\u2713<\/div><div style=\"flex:1;line-height:1.55;padding-top:2px\">Resson\u00e2ncia magn\u00e9tica mostra conex\u00f5es neurais mais robustas em c\u00e9rebros adultos que indicam maior amadurecimento.<\/div><\/div><div style=\"display:flex;gap:12px;align-items:flex-start;margin:11px 0\"><div style=\"background:#e8f0fa;color:#2b6cb0;min-width:24px;height:24px;border-radius:50%;text-align:center;line-height:24px;font-weight:800;font-size:13px\">\u2713<\/div><div style=\"flex:1;line-height:1.55;padding-top:2px\">O amadurecimento cerebral se prolonga at\u00e9 os 25 ou 27 anos, com consolida\u00e7\u00e3o m\u00e1xima nessa fase.<\/div><\/div><div style=\"display:flex;gap:12px;align-items:flex-start;margin:11px 0\"><div style=\"background:#e8f0fa;color:#2b6cb0;min-width:24px;height:24px;border-radius:50%;text-align:center;line-height:24px;font-weight:800;font-size:13px\">\u2713<\/div><div style=\"flex:1;line-height:1.55;padding-top:2px\">A adolesc\u00eancia apresenta plasticidade cerebral, facilitando reorganiza\u00e7\u00e3o e aprendizado eficiente.<\/div><\/div><div style=\"display:flex;gap:12px;align-items:flex-start;margin:11px 0\"><div style=\"background:#e8f0fa;color:#2b6cb0;min-width:24px;height:24px;border-radius:50%;text-align:center;line-height:24px;font-weight:800;font-size:13px\">\u2713<\/div><div style=\"flex:1;line-height:1.55;padding-top:2px\">Pesquisas brasileiras buscam marcadores cerebrais para detectar risco de transtornos antes de se manifestarem.<\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pesquisadores compararam imagens de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica de uma mulher adulta com as de uma jovem de 18 anos para demonstrar essas transforma\u00e7\u00f5es. O adulto apresentava conex\u00f5es neurais mais robustas e consolidadas, sinalizando maior amadurecimento. A intensidade dessas conex\u00f5es indica o grau de desenvolvimento do c\u00e9rebro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os equipamentos de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica utilizam sequ\u00eancias avan\u00e7adas capazes de analisar tanto a estrutura quanto o funcionamento cerebral. Nas imagens, regi\u00f5es semelhantes aparecem em ambos os c\u00e9rebros, por\u00e9m com diferentes graus de conectividade e consolida\u00e7\u00e3o das redes neurais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O amadurecimento cerebral se prolonga at\u00e9 a vida adulta<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O processo de matura\u00e7\u00e3o n\u00e3o se encerra com o fim da adolesc\u00eancia. Segundo a neurocientista Fernanda Tovar Moll, o c\u00e9rebro continua se desenvolvendo at\u00e9 os 25 ou 27 anos, quando essas estruturas atingem sua consolida\u00e7\u00e3o m\u00e1xima.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa trajet\u00f3ria longa explica por que adolescentes ainda n\u00e3o t\u00eam o mesmo julgamento que os adultos diante de situa\u00e7\u00f5es arriscadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A adolesc\u00eancia \u00e9 o \u00fanico per\u00edodo em que a rede neural se torna mais eficiente, ao contr\u00e1rio do que ocorre nas fases seguintes. Essa caracter\u00edstica torna a transforma\u00e7\u00e3o neurol\u00f3gica particularmente intensa, n\u00e3o apenas em aspectos f\u00edsicos ou emocionais, mas na pr\u00f3pria reorganiza\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pelo pensamento e pela decis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Plasticidade cerebral: a capacidade de aprender e se transformar<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante a adolesc\u00eancia, o c\u00e9rebro possui uma habilidade singular chamada plasticidade cerebral: a capacidade de reorganizar suas conex\u00f5es e se adaptar \u00e0s experi\u00eancias vividas. Isso torna a juventude um per\u00edodo de transforma\u00e7\u00e3o neurol\u00f3gica profunda, em que o aprendizado e a adapta\u00e7\u00e3o ocorrem com efici\u00eancia particular.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Compreender essas mudan\u00e7as ajuda pais e respons\u00e1veis a orientar adolescentes de forma mais adequada. De acordo com a psicopedagoga e terapeuta parental Cl\u00e1udia, a atua\u00e7\u00e3o dos adultos funciona como um &#8220;empr\u00e9stimo&#8221; do c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a adolesc\u00eancia \u00e9 a \u00fanica fase em que o c\u00e9rebro fica mais eficiente<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/por-que-jovens-assumem-riscos-que-adultos-evitariam-exa-1.jpg\" alt=\"Tr\u00eas adolescentes relaxando na praia, lendo e desfrutando de um piquenique de ver\u00e3o juntos.\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Ron Lach\/Pexels<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Diferente de outras fases da vida, durante a adolesc\u00eancia o c\u00e9rebro n\u00e3o apenas muda \u2014 ele se reconecta de forma a ganhar efici\u00eancia. Isso significa que as conex\u00f5es entre os neur\u00f4nios se fortalecem de maneira intensa e organizada, tornando a rede neural mais capaz de processar informa\u00e7\u00f5es e tomar decis\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisadora Alexa Mousley explica que o c\u00e9rebro fortalece e enfraquece liga\u00e7\u00f5es o tempo todo. Na adolesc\u00eancia, por\u00e9m, esse processo segue um padr\u00e3o especial: \u00e9 uma mudan\u00e7a enorme e concentrada nessa fase espec\u00edfica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa reorganiza\u00e7\u00e3o neuronal \u00e9 t\u00e3o profunda que se estende dos 9 anos ao in\u00edcio dos 30. Na inf\u00e2ncia, as conex\u00f5es ainda s\u00e3o mais desorganizadas e menos eficientes. A partir dos 9 anos, essa estrutura se otimiza, e o jovem consegue conectar mentalmente o ponto A ao ponto B de forma mais direta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 justamente essa efici\u00eancia crescente que explica por que o desempenho cerebral atinge seu pico no come\u00e7o dos 30 anos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como um estudo de longo prazo em S\u00e3o Paulo e Porto Alegre est\u00e1 mapeando o desenvolvimento cerebral<\/h2>\n\n\n\n<div style=\"background:#f7f9fc;border:1px solid #e3e9f2;border-radius:14px;padding:22px 24px;margin:24px 0;box-shadow:0 1px 4px rgba(16,42,67,.06)\"><div style=\"font-size:12px;font-weight:800;letter-spacing:1.5px;text-transform:uppercase;color:#2b6cb0;margin-bottom:2px;margin-bottom:12px\">Os n\u00fameros da mat\u00e9ria<\/div><div style=\"display:flex;flex-wrap:wrap;gap:12px\"><div style=\"background:#fff;border:1px solid #e3e9f2;border-radius:12px;padding:16px 18px 14px;flex:1;min-width:150px;text-align:center;box-shadow:0 1px 3px rgba(16,42,67,.05)\"><div style=\"height:4px;width:44px;background:linear-gradient(90deg,#2b6cb0,#4299e1);border-radius:2px;margin:0 auto 10px\"><\/div><div style=\"font-size:30px;font-weight:800;color:#2b6cb0;line-height:1.1\">25<\/div><div style=\"font-size:13px;color:#5a6b84;margin-top:6px;line-height:1.4\">idade at\u00e9 a qual o c\u00e9rebro continua se desenvolvendo (anos)<\/div><\/div><div style=\"background:#fff;border:1px solid #e3e9f2;border-radius:12px;padding:16px 18px 14px;flex:1;min-width:150px;text-align:center;box-shadow:0 1px 3px rgba(16,42,67,.05)\"><div style=\"height:4px;width:44px;background:linear-gradient(90deg,#2b6cb0,#4299e1);border-radius:2px;margin:0 auto 10px\"><\/div><div style=\"font-size:30px;font-weight:800;color:#2b6cb0;line-height:1.1\">27<\/div><div style=\"font-size:13px;color:#5a6b84;margin-top:6px;line-height:1.4\">idade at\u00e9 a qual o c\u00e9rebro continua se desenvolvendo (anos)<\/div><\/div><div style=\"background:#fff;border:1px solid #e3e9f2;border-radius:12px;padding:16px 18px 14px;flex:1;min-width:150px;text-align:center;box-shadow:0 1px 3px rgba(16,42,67,.05)\"><div style=\"height:4px;width:44px;background:linear-gradient(90deg,#2b6cb0,#4299e1);border-radius:2px;margin:0 auto 10px\"><\/div><div style=\"font-size:30px;font-weight:800;color:#2b6cb0;line-height:1.1\">18<\/div><div style=\"font-size:13px;color:#5a6b84;margin-top:6px;line-height:1.4\">idade da jovem cujas imagens foram comparadas com a de uma adulta<\/div><\/div><div style=\"background:#fff;border:1px solid #e3e9f2;border-radius:12px;padding:16px 18px 14px;flex:1;min-width:150px;text-align:center;box-shadow:0 1px 3px rgba(16,42,67,.05)\"><div style=\"height:4px;width:44px;background:linear-gradient(90deg,#2b6cb0,#4299e1);border-radius:2px;margin:0 auto 10px\"><\/div><div style=\"font-size:30px;font-weight:800;color:#2b6cb0;line-height:1.1\">9<\/div><div style=\"font-size:13px;color:#5a6b84;margin-top:6px;line-height:1.4\">in\u00edcio da mudan\u00e7a intensa de reorganiza\u00e7\u00e3o neuronal (anos)<\/div><\/div><div style=\"background:#fff;border:1px solid #e3e9f2;border-radius:12px;padding:16px 18px 14px;flex:1;min-width:150px;text-align:center;box-shadow:0 1px 3px rgba(16,42,67,.05)\"><div style=\"height:4px;width:44px;background:linear-gradient(90deg,#2b6cb0,#4299e1);border-radius:2px;margin:0 auto 10px\"><\/div><div style=\"font-size:30px;font-weight:800;color:#2b6cb0;line-height:1.1\">30<\/div><div style=\"font-size:13px;color:#5a6b84;margin-top:6px;line-height:1.4\">in\u00edcio do pico de desempenho cerebral at\u00e9 o come\u00e7o dos 30 (anos)<\/div><\/div><div style=\"background:#fff;border:1px solid #e3e9f2;border-radius:12px;padding:16px 18px 14px;flex:1;min-width:150px;text-align:center;box-shadow:0 1px 3px rgba(16,42,67,.05)\"><div style=\"height:4px;width:44px;background:linear-gradient(90deg,#2b6cb0,#4299e1);border-radius:2px;margin:0 auto 10px\"><\/div><div style=\"font-size:30px;font-weight:800;color:#2b6cb0;line-height:1.1\">2009<\/div><div style=\"font-size:13px;color:#5a6b84;margin-top:6px;line-height:1.4\">ano de in\u00edcio do estudo de longo prazo em S\u00e3o Paulo e Porto Alegre<\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde 2009, pesquisadores brasileiros acompanham mais de 2.500 crian\u00e7as e adolescentes em S\u00e3o Paulo e Porto Alegre em um estudo pioneiro na Am\u00e9rica Latina. Cerca de 60% desses jovens foram inicialmente identificados como tendo alto risco de desenvolver transtornos psiqui\u00e1tricos, e o trabalho coleta dados psicol\u00f3gicos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Bioqu\u00edmicos e de neuroimagem \u2014 incluindo quase 6 mil imagens do c\u00e9rebro de cada participante \u2014 para entender como o c\u00e9rebro saud\u00e1vel se desenvolve em contraste com aquele propenso a problemas mentais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os coordenadores dessa pesquisa, como Euripedes Constantino Miguel e Rodrigo Bressan, esperam que os resultados permitam identificar marcadores de risco, sinais cerebrais sutis que surgem antes de os transtornos se manifestarem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se encontrados, esses marcadores poderiam permitir que m\u00e9dicos interviessem precocemente e reconduzissem o desenvolvimento cerebral \u00e0 trajet\u00f3ria normal, segundo Miguel.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadores brasileiros buscam identificar marcadores cerebrais para detectar precocemente riscos de transtornos mentais na adolesc\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":39535,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[57],"tags":[],"class_list":["post-39537","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39537","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=39537"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39537\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39652,"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39537\/revisions\/39652"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/media\/39535"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=39537"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=39537"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/tnh1-variedades\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=39537"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}