Comprar um iPhone pode ficar ainda mais caro nos próximos meses. Novas projeções apontam que o preço do iPhone 17 Pro poderá subir cerca de 18%, elevando o valor inicial do aparelho para aproximadamente R$ 13.591 no Brasil. O aumento acompanha a alta global dos custos de componentes eletrônicos, especialmente das memórias utilizadas nos smartphones da Apple.
A possibilidade foi reforçada após o CEO da empresa, Tim Cook, afirmar que os reajustes nos preços dos produtos são “inevitáveis” diante do encarecimento da cadeia de produção. Segundo estimativas da consultoria TechInsights, divulgadas pelo The Wall Street Journal, a versão de 256 GB do iPhone 17 Pro passaria de US$ 1.099 para US$ 1.299 no mercado internacional.
Crise dos componentes pressiona custos da Apple
Caso a projeção se confirme, o modelo de entrada do iPhone 17 Pro vendido atualmente por R$ 11.499 no Brasil poderá sofrer um reajuste superior a R$ 2 mil. O impacto está ligado, principalmente, ao aumento expressivo no preço das memórias RAM e do armazenamento interno, componentes que se tornaram mais caros com o avanço da inteligência artificial e da demanda global por chips.
As estimativas indicam que o custo da memória RAM utilizada pela Apple poderá saltar mais de 270%, enquanto o armazenamento flash deve registrar alta próxima de 300%. Com isso, o custo de fabricação do aparelho também subiria significativamente, pressionando o preço final ao consumidor.
O cenário pode ficar ainda mais desafiador para quem pretende esperar pela próxima geração do smartphone. Segundo as projeções, o futuro iPhone 18 Pro poderá estrear com preço inicial próximo de US$ 1.399, especialmente se receber um novo sistema de câmeras e outros recursos mais avançados.
Apesar das estimativas, a Apple ainda não confirmou quando os reajustes serão aplicados nem quais mercados serão afetados.





