O “Trem da Morte”, oficialmente conhecido como Expresso Oriental, voltou a operar entre Brasil e Bolívia, após uma paralisação de seis anos. Desde fevereiro de 2026, oferece uma experiência de viagem única entre Corumbá, Brasil, e Santa Cruz de la Sierra, Bolívia, percorrendo aproximadamente 600 km em 17 horas. A reativação busca impulsionar o turismo na região leste da Bolívia.
A jornada começa em Corumbá, Mato Grosso do Sul, Brasil, de onde os passageiros vão até Puerto Quijarro para embarcar. No trajeto, o trem para em locais como Roboré e San José de Chiquitos. As passagens variam entre 220 e 230 bolivianos, o que equivale a cerca de R$ 168 a R$ 176. Podem ser compradas online ou nas estações.
Apesar do histórico nome “Trem da Morte”, que remonta ao uso da ferrovia no século XX para transportar vítimas de epidemias, atualmente, as condições são mais seguras. Embora a segurança tenha melhorado, ainda há um encanto na denominação que atrai turistas interessados na cultura e história locais.
Graças ao acordo Mercosul, brasileiros não precisam de visto para cruzar a fronteira. Contudo, devem apresentar documento de identidade com foto. É prudente contratar seguro viagem para garantir maior tranquilidade durante o percurso.
História
O apelido “Trem da Morte” surgiu devido às condições precárias do passado histórico, que incluem o transporte de doentes. Hoje, o expresso é uma atração que conecta viajantes a narrativas de tempos passados, proporcionando uma travessia segura e curiosa entre os dois países.
Em 2026, a reativação do Expresso Oriental marca um novo capítulo na relação entre Brasil e Bolívia. O foco está na atração de turistas interessados pela singularidade histórica e natural da região. A expectativa é que o trem continue operando com segurança e contribua para o crescimento turístico na região.





