O segundo lote de restituição do Imposto de Renda 2026 mobiliza criminosos digitais a agirem em todo o Brasil. A partir de 30 de junho, a expectativa pelo recebimento atrai golpes por mensagens fraudulentas, atribuídas à Receita Federal ou a bancos, oferecendo facilidades com cobranças falsas.
Métodos de enganação afetam contribuintes através de textos que sugerem atualizações bancárias desnecessárias.
As fraudes ocorrem em todo o território nacional, intensificando-se neste período devido à elevada atenção pública. A atualidade de plataformas como TikTok e Instagram amplifica o alcance dos golpistas que criam anúncios que simulam a identidade visual da Receita.
Pagamentos exigidos para corrigir supostos erros cadastrais são uma prática comum, enquanto pesquisas na internet podem direcionar para links patrocinados enganosos.
Adaptação das fraudes às novas tecnologias
A sofisticação das plataformas digitais faz com que os golpes se reinventem, ampliando a percepção de legitimidade. Em páginas web que imitam a Receita Federal, informações confidenciais são extraídas sob falsos pretextos, comprometendo a segurança financeira dos cidadãos.
Golpistas cobram pequenas taxas para, supostamente, corrigir equívocos tributários. Esses pagamentos, na realidade, têm o único objetivo de extorquir os usuários. Além disso, a busca por “restituição do Imposto de Renda” frequentemente exibe links pagos por criminosos.
Estratégias de proteção contra fraudes
Estar bem informado é essencial para prevenir fraudes. Recomenda-se sempre checar o endereço do site antes de divulgar dados pessoais.
Em vez de clicar em links suspeitos, acesse diretamente o site oficial da Receita Federal. Importante ressaltar que a Receita não solicita dados pessoais por e-mail ou SMS.





