A partir desta quarta-feira (1º), os moradores da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), em Minas Gerais, passarão a arcar com um valor adicional para utilizar o transporte público no local em razão de reajustes nas tarifas.
Autorizado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra), o aumento afeta tanto o sistema metroviário quanto as linhas integradas de ônibus metropolitanos e pode provocar alterações em muitas rotinas.
De acordo com as informações oficializadas no Diário Oficial do Estado no último sábado, o reajuste do metrô corresponde a um acréscimo de 3,81% sobre a base atual de R$ 5,80 e, com isso, estabelece o novo valor nominal da passagem em R$ 6,00.
Em contrapartida, as tarifas integradas do sistema de transporte coletivo apresentam variações conforme a origem e o destino das linhas. Na RMBH, com o novo reajuste, os bilhetes combinados passarão a flutuar na faixa de R$ 10,40 a R$ 14,20.
A tarifa integrada que conecta o sistema de ônibus de Contagem ao metrô passará a custar R$ 11,60. Já no âmbito do município de Belo Horizonte, o custo das integrações intermodais apresentará variações tarifárias estabelecidas entre os patamares de R$ 9,35 e R$ 10,60.
Reajuste de valor de passagem segue regras previstas em contrato de concessão
Defendendo a medida, a Metrô BH se pronunciou oficialmente sobre o novo valor das passagens. De acordo com o portal g1, a concessionária publicou uma nota oficial esclareceu que o reajuste tarifário cumpre estritamente a periodicidade anual de 12 meses prevista no contrato de concessão.
Vale lembrar que em 1º de julho de 2023, pouco tempo após consolidação da concessão pública, a passagem do metrô subiu para R$ 5,30 e, posteriormente, seguiu sofrendo atualizações sucessivas. De acordo com a Seinfra, os aumentos viabilizam a execução de investimentos para modernização do sistema.





