{"id":1468,"date":"2025-09-03T11:54:50","date_gmt":"2025-09-03T14:54:50","guid":{"rendered":"https:\/\/tnh1.audiencelabs.com.br\/?p=1468"},"modified":"2025-09-03T11:54:57","modified_gmt":"2025-09-03T14:54:57","slug":"o-planeta-esta-mudando-novo-continente-vai-unir-o-brasil-ao-lugar-mais-frio-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tnh1.audiencelabs.com.br\/o-planeta-esta-mudando-novo-continente-vai-unir-o-brasil-ao-lugar-mais-frio-do-mundo\/","title":{"rendered":"O planeta est\u00e1 mudando: novo continente vai unir o Brasil ao lugar mais frio do mundo"},"content":{"rendered":"\n<p>Pesquisadores da Universidade de Bristol, na Inglaterra, estimam a forma\u00e7\u00e3o de um novo \u201csupercontinente\u201d em 250 milh\u00f5es de anos, marcado pela uni\u00e3o de todos os continentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Publicado hoje (3), o estudo indica que as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas seriam extremamente diferentes do que se tem atualmente. De acordo com a pesquisa, a maioria do territ\u00f3rio terrestre seria inabit\u00e1vel para mam\u00edferos.<\/p>\n\n\n\n<p>O novo continente \u00e9 chamado de Pangeia Pr\u00f3xima ou Pangeia \u00danica, fazendo refer\u00eancia ao antigo supercontinente, formado entre 273 e 300 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Cientistas afirmam que a forma\u00e7\u00e3o se localiza na posi\u00e7\u00e3o que a \u00c1frica ocupa no globo, que se uniria \u00e0 Europa. O Brasil, por exemplo, faria parte desse imenso bloco continental ao lado da Ant\u00e1rtida, regi\u00e3o atualmente conhecida por suas baixas temperaturas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a Austr\u00e1lia se deslocaria lentamente em dire\u00e7\u00e3o ao norte, colidindo com a \u00c1sia, enquanto a Am\u00e9rica do Norte se uniria \u00e0 do Sul, fechando o quebra-cabe\u00e7a que dar\u00e1 origem ao supercontinente.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas nem todas as terras conhecidas ter\u00e3o o mesmo destino. A Nova Zel\u00e2ndia, segundo os c\u00e1lculos do estudo, permanecer\u00e1 isolada, fora da nova configura\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Dificuldade de habita\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esse movimento, fruto da deriva continental, dever\u00e1 alterar drasticamente a geografia do planeta e, principalmente, suas condi\u00e7\u00f5es ambientais. A previs\u00e3o \u00e9 de que temperaturas extremas de at\u00e9 60 \u00b0C no ver\u00e3o transformem vastas \u00e1reas em desertos inabit\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>A intensa movimenta\u00e7\u00e3o das placas tect\u00f4nicas provocar\u00e1 uma maior atividade vulc\u00e2nica, aumentando significativamente a libera\u00e7\u00e3o de CO2 e tornando a sobreviv\u00eancia extremamente dif\u00edcil.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa revela a import\u00e2ncia de frear o aquecimento global, j\u00e1 que manter a Terra em temperaturas mais baixas \u00e9 essencial para a sobreviv\u00eancia n\u00e3o s\u00f3 da humanidade, mas da vida como conhecemos no planeta.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadores da Universidade de Bristol, na Inglaterra, estimam a forma\u00e7\u00e3o de um novo \u201csupercontinente\u201d em 250 milh\u00f5es de anos, marcado pela uni\u00e3o de todos os continentes. 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