{"id":17101,"date":"2026-02-27T15:19:31","date_gmt":"2026-02-27T18:19:31","guid":{"rendered":"https:\/\/tnh1.audiencelabs.com.br\/?p=17101"},"modified":"2026-02-27T15:19:38","modified_gmt":"2026-02-27T18:19:38","slug":"veja-esses-37-itens-que-pessoas-com-mais-de-100-anos-possuem-em-comum","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tnh1.audiencelabs.com.br\/veja-esses-37-itens-que-pessoas-com-mais-de-100-anos-possuem-em-comum\/","title":{"rendered":"Veja esses 37 itens que pessoas com mais de 100 anos possuem em comum"},"content":{"rendered":"\n<p>Muito se perguntam o que \u00e9 preciso para alcan\u00e7ar a longevidade. Seria gen\u00e9tica? Alimenta\u00e7\u00e3o? Estilo de vida? Um novo estudo su\u00ed\u00e7o traz pistas importantes ao identificar 37 prote\u00ednas no sangue de centen\u00e1rios associadas a um envelhecimento mais lento.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa faz parte do projeto SWISS100, conduzido pela Universidade de Genebra (UNIGE) e pela Universidade de Lausanne (UNIL). Os resultados foram publicados em 8 de fevereiro na revista cient\u00edfica Aging Cell.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Compara\u00e7\u00e3o entre gera\u00e7\u00f5es<\/h2>\n\n\n\n<p>O estudo analisou tr\u00eas grupos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>39 centen\u00e1rios (entre 100 e 105 anos, 85% mulheres)<\/li>\n\n\n\n<li>59 octogen\u00e1rios<\/li>\n\n\n\n<li>40 adultos entre 30 e 60 anos<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Ao todo, foram examinadas 724 prote\u00ednas no soro sangu\u00edneo, sendo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>358 relacionadas a processos inflamat\u00f3rios<\/li>\n\n\n\n<li>366 ligadas \u00e0 sa\u00fade cardiovascular<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Entre elas, 37 apresentaram um padr\u00e3o considerado excepcional. O mais surpreendente: o perfil dessas prote\u00ednas nos centen\u00e1rios se assemelha mais ao de adultos de 30 a 60 anos do que ao de idosos na faixa dos 80.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso sugere que, embora o envelhecimento seja inevit\u00e1vel, certos mecanismos celulares podem desacelerar de forma significativa.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Menor estresse oxidativo<\/h2>\n\n\n\n<p>Um dos achados mais relevantes envolve cinco prote\u00ednas relacionadas ao estresse oxidativo processo associado ao ac\u00famulo de radicais livres e ao desgaste celular.<\/p>\n\n\n\n<p>Curiosamente, os centen\u00e1rios apresentaram n\u00edveis mais baixos de prote\u00ednas antioxidantes. Isso n\u00e3o indica menor prote\u00e7\u00e3o, mas sim que h\u00e1 menos estresse oxidativo a ser combatido.<\/p>\n\n\n\n<p>Em outras palavras, esses indiv\u00edduos parecem produzir menos radicais livres ou manter mecanismos celulares mais eficientes, reduzindo danos ao longo do tempo.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Prote\u00e7\u00e3o metab\u00f3lica e equil\u00edbrio da insulina<\/h2>\n\n\n\n<p>Entre as 37 prote\u00ednas identificadas, algumas est\u00e3o ligadas \u00e0 regula\u00e7\u00e3o da matriz extracelular estrutura que funciona como um \u201ccimento\u201d biol\u00f3gico, mantendo tecidos firmes e \u00edntegros.<\/p>\n\n\n\n<p>Outras mol\u00e9culas apontam poss\u00edvel prote\u00e7\u00e3o contra tumores e melhor controle do metabolismo lip\u00eddico.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos achados mais intrigantes envolve a prote\u00edna DPP-4, respons\u00e1vel por degradar o horm\u00f4nio GLP-1, que regula a produ\u00e7\u00e3o de insulina. Nos centen\u00e1rios, a DPP-4 permanece bem preservada.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso pode ajudar a manter n\u00edveis mais baixos e est\u00e1veis de insulina, protegendo contra s\u00edndrome metab\u00f3lica e diabetes.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Gen\u00e9tica explica apenas parte da longevidade<\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo os pesquisadores, apenas cerca de 25% da longevidade \u00e9 explicada por fatores gen\u00e9ticos. O restante estaria ligado a h\u00e1bitos e ambiente.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os fatores destacados est\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Alimenta\u00e7\u00e3o equilibrada<\/li>\n\n\n\n<li>Consumo regular de frutas<\/li>\n\n\n\n<li>Pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica<\/li>\n\n\n\n<li>Manuten\u00e7\u00e3o de v\u00ednculos sociais<\/li>\n\n\n\n<li>Controle do peso<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Embora o estudo ainda n\u00e3o tenha aplica\u00e7\u00e3o cl\u00ednica imediata, ele abre caminho para novas estrat\u00e9gias de preven\u00e7\u00e3o do envelhecimento acelerado e da fragilidade na popula\u00e7\u00e3o idosa.<\/p>\n\n\n\n<p>A descoberta dessas prote\u00ednas pode, no futuro, ajudar no desenvolvimento de medicamentos e interven\u00e7\u00f5es capazes de modular o metabolismo e promover um envelhecimento mais saud\u00e1vel.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muito se perguntam o que \u00e9 preciso para alcan\u00e7ar a longevidade. Seria gen\u00e9tica? 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