{"id":22527,"date":"2026-04-18T15:03:00","date_gmt":"2026-04-18T18:03:00","guid":{"rendered":"https:\/\/tnh1.audiencelabs.com.br\/?p=22527"},"modified":"2026-04-17T09:04:54","modified_gmt":"2026-04-17T12:04:54","slug":"tartarugas-marinhas-podem-viver-por-quase-100-anos-e-a-forma-que-elas-sobrevivem-impressiona","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tnh1.audiencelabs.com.br\/tartarugas-marinhas-podem-viver-por-quase-100-anos-e-a-forma-que-elas-sobrevivem-impressiona\/","title":{"rendered":"Tartarugas marinhas podem viver por quase 100 anos e a forma que elas sobrevivem impressiona"},"content":{"rendered":"\n<p>Embora a tartaruga-gigante-de-gal\u00e1pagos seja frequentemente citada como uma das criaturas mais longevas do mundo, ela <strong>n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica esp\u00e9cie do animal capaz de viver por bastante tempo<\/strong>, tendo em vista que existem tartarugas marinhas com quase 100 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Adaptado para viver em mares e oceanos, o r\u00e9ptil <strong>possui nadadeiras no lugar das patas<\/strong>, que al\u00e9m de torn\u00e1-los capazes de percorrer longas dist\u00e2ncias entre as \u00e1guas agitadas, ainda o diferem totalmente das esp\u00e9cies terrestres.<\/p>\n\n\n\n<p>E embora tamb\u00e9m possuam respira\u00e7\u00e3o pulmonar, as tartarugas marinhas permanecem submersas durante a maior parte de suas vidas, deixando o ambiente aqu\u00e1tico<strong> apenas em situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas<\/strong>. Entre essas ocasi\u00f5es, destaca-se o per\u00edodo de desova, quando as f\u00eameas se dirigem \u00e0 areia para depositar seus ovos.<\/p>\n\n\n\n<p>Por conta disso, os animais enfrentam desafios desde o momento em que nascem, pois enquanto se encaminham para a \u00e1gua, os filhotes <strong>podem se tornar alvo de diversos predadores naturais<\/strong>, como caranguejos, aves e outros r\u00e9pteis.<\/p>\n\n\n\n<p>A chegada no oceano tamb\u00e9m<strong> n\u00e3o reduz os perigos<\/strong>, j\u00e1 que em certo momento da vida, as tartarugas passam a viver em zonas mais profundas, onde est\u00e3o expostas a diferentes tipos de risco. Por\u00e9m, caso consigam sobreviver, elas podem viver por d\u00e9cadas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Longevidade em risco: amea\u00e7as \u00e0 exist\u00eancia das tartarugas marinhas<\/h2>\n\n\n\n<p>Mesmo sendo um animal dur\u00e1vel, encontrar tartarugas marinhas centen\u00e1rias tem se tornado um fen\u00f4meno cada vez mais raro, uma vez que <strong>o n\u00famero de amea\u00e7as \u00e0 sobreviv\u00eancia da criatura<\/strong> aumentou expressivamente com o passar do tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de lidar com predadores naturais, o animal tamb\u00e9m sofre por conta da polui\u00e7\u00e3o da \u00e1gua, pesca acidental, ca\u00e7a predat\u00f3ria, tr\u00e1fico ilegal de ovos, efeitos do aquecimento global e at\u00e9 mesmo pelo turismo desordenado, que afeta seus habitats naturais.<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, manter seu posto como uma criatura longeva se tornou uma tarefa extremamente dif\u00edcil, mesmo com diversas leis e iniciativas voltadas para a prote\u00e7\u00e3o de sua exist\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embora a tartaruga-gigante-de-gal\u00e1pagos seja frequentemente citada como uma das criaturas mais longevas do mundo, ela n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica esp\u00e9cie do animal capaz de viver por bastante tempo, tendo em vista que existem tartarugas marinhas com quase 100 anos. Adaptado para viver em mares e oceanos, o r\u00e9ptil possui nadadeiras no lugar das patas, que [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":19,"featured_media":22528,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-22527","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tnh1.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22527","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tnh1.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tnh1.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tnh1.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/19"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tnh1.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22527"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/tnh1.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22527\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":22530,"href":"https:\/\/tnh1.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22527\/revisions\/22530"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tnh1.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22528"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tnh1.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22527"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tnh1.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22527"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tnh1.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22527"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}