{"id":30644,"date":"2026-07-01T13:47:30","date_gmt":"2026-07-01T16:47:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/variedades\/?p=30644"},"modified":"2026-07-01T13:47:32","modified_gmt":"2026-07-01T16:47:32","slug":"clientes-da-vivo-sao-comunicados-sobre-descontos-indevidos-na-fatura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.tnh1.com.br\/variedades\/clientes-da-vivo-sao-comunicados-sobre-descontos-indevidos-na-fatura\/","title":{"rendered":"Clientes da Vivo s\u00e3o comunicados sobre descontos indevidos na fatura"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Clientes da Vivo que identificaram cobran\u00e7as por servi\u00e7os n\u00e3o contratados ganharam um importante respaldo da Justi\u00e7a. O Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) manteve a condena\u00e7\u00e3o da Telef\u00f4nica Brasil, empresa respons\u00e1vel pela operadora, ao pagamento de uma multa de R$ 500 mil por incluir servi\u00e7os adicionais nas faturas sem autoriza\u00e7\u00e3o pr\u00e9via dos consumidores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A decis\u00e3o ocorreu ap\u00f3s o tribunal rejeitar um recurso da companhia e refor\u00e7ou o entendimento de que a pr\u00e1tica ultrapassou casos isolados, atingindo um n\u00famero significativo de usu\u00e1rios. A a\u00e7\u00e3o foi movida pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico do Rio de Janeiro (MPRJ), que apontou a cobran\u00e7a recorrente de pacotes e servi\u00e7os extras sem solicita\u00e7\u00e3o dos clientes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No voto que acompanhou o relator, ministro Paulo S\u00e9rgio Domingues, o ministro Gurgel de Faria destacou que cobran\u00e7as n\u00e3o consentidas comprometem a confian\u00e7a dos consumidores em contratos de servi\u00e7os essenciais, como os de telefonia, especialmente quando adotadas de forma reiterada por empresas de grande porte.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que muda para os consumidores<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora a multa de R$ 500 mil n\u00e3o seja destinada diretamente aos clientes prejudicados, a decis\u00e3o estabelece medidas que podem beneficiar quem foi afetado. O valor ser\u00e1 encaminhado ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, utilizado para financiar iniciativas de prote\u00e7\u00e3o aos consumidores e a outros interesses coletivos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, a Justi\u00e7a determinou que a Telef\u00f4nica suspenda todas as cobran\u00e7as consideradas irregulares que ainda estejam em vigor. Consumidores que comprovarem ter pago por servi\u00e7os n\u00e3o contratados tamb\u00e9m poder\u00e3o recorrer \u00e0 Justi\u00e7a para buscar indeniza\u00e7\u00e3o individual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesses casos, eventuais repara\u00e7\u00f5es por danos materiais e morais ser\u00e3o analisadas de forma separada, conforme as circunst\u00e2ncias de cada cliente. A decis\u00e3o refor\u00e7a o entendimento de que empresas prestadoras de servi\u00e7os essenciais devem garantir transpar\u00eancia nas cobran\u00e7as e obter autoriza\u00e7\u00e3o expressa antes de incluir qualquer servi\u00e7o adicional nas faturas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Clientes da Vivo que identificaram cobran\u00e7as por servi\u00e7os n\u00e3o contratados ganharam um importante respaldo da Justi\u00e7a. O Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) manteve a condena\u00e7\u00e3o da Telef\u00f4nica Brasil, empresa respons\u00e1vel pela operadora, ao pagamento de uma multa de R$ 500 mil por incluir servi\u00e7os adicionais nas faturas sem autoriza\u00e7\u00e3o pr\u00e9via dos consumidores. 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