Flávio Gomes de Barros
Bastou Renan Calheiros Filho (MDB) e João Henrique Caldas (PSDB) se desincompatibilizarem dos seus cargos no Executivo, no início de abril, para ser deflagrada, informalmente, a disputa pelo governo do Estado.
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O senador e ex-ministro dos Transportes e o ex-prefeito de Maceió adotaram o Interior como palco eleitoral, transformando a pré-campanha em campanha propriamente dita.
E o clima é de vale tudo no campo político, incluindo mudança de lado, traição e invasão de território, tudo isso à base de muita conversa, negociação de cargos públicos e, dependendo do caso, dinheiro - muito dinheiro.
O dois grupos não estão fechados: pois do lado de Renanzinho ainda não há confrmação de quem será o vice e o segundo senador da chapa (somente Renan Calheiros está confirmado para tentar a quinta reeleição) e, da parte de JHC, a hipótese de Ronaldo Lessa (PDT) ser o vice complicou e está em banho maria a aliança para Arthur Lira (PP) e Alfredo Gaspar (PL) serem os concorrentes ao Senado.
Mas isso passa a ser um mero detalhe diante da disposição como JHC e Renan Filho estão se empenhando para viabilizar as suas propostas.
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