Atentado à mãe de santo em Maceió reacende diálogo sobre intolerância religiosa

Publicado em 22/11/2016, às 10h56

Redação

100 anos após o episódio conhecido como Quebra de Xangô ocorrido em Maceió, em 1912, quando terreiros de candomblé foram destruídos, e adeptos de religiões de matriz africana foram severamente perseguidos, o Movimento Negro ainda luta por ações efetiva de combate à intolerância racial e religiosa em Alagoas.

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A reportagem de Thiago Correia, da TV Pajuçara, exibida no Pajuçara Noite dessa segunda-feira (21) retoma a história da mãe de santo Cristiane de Ogum, que foi baleada no dia 25 de setembro, após uma discussão com uma pessoa que se dizia evangélica e que estaria incomodada com o culto religioso.

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