Caso Edson Davi: polícia localiza família de argentinos que brincou com menino na praia

Publicado em 10/01/2024, às 07h52
Reprodução -

g1

A Delegacia de Descoberta de Paradeiros conseguiu localizar a família de estrangeiros que brincou com o menino Edson David antes dele ter desaparecido na última quinta-feira (4). Trata-se de uma família de argentinos que estava hospedada em um hotel na Barra. Eles não são suspeitos de envolvimento com o desaparecimento.

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A família de Edson tinha mencionado os estrangeiros desde os primeiros dias após o desaparecimento. Os investigadores analisaram imagens da família deixando a praia e seguindo para o hotel onde estavam hospedados sem a presença de Davi e os investigadores conseguiram colher o depoimento do argentino que brincou por alguns minutos com o menino.

Ele se reconheceu nas imagens obtidas pela polícia e disse que jogaram bola por 20 minutos. Depois o homem, que estava acompanhado da mulher e de três filhos, foi para a cadeira dele e seguiu para o hotel. O argentino relatou ainda que não viu para onde foi o menino.

A polícia já analisou centenas de imagens de pelo menos sete pontos fixos que ficam no entorno do ponto do desaparecimento. Pelos depoimentos recentes e por todas imagens analisadas, incluindo vídeos recentes, os investigadores tentam cada vez mais esgotar a linha de rapto, uma vez que até agora não há qualquer indicativo ou prova que o menino tenha saído da areia.

Imagens obtidas pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) mostram o menino Edson Davi Silva de Almeida, de 6 anos, na beira d'água às 15h37 de quinta-feira (4) – cerca de 1 hora e 30 minutos antes do registro de seu desaparecimento na Praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

Segundo testemunhas, um salva-vidas chegou a alertar a criança que ela deveria se afastar da água. Tanto a Polícia Civil quanto o Corpo de Bombeiros fazem buscas pelo garoto.

Um funcionário da barraca do próprio pai da criança também disse que chegou a alertar Davi que não era para brincar na beira d'água. Segundo ele, o menino tinha o hábito de ir sozinho ao mar.

De acordo com a polícia, nenhuma hipótese foi descartada, mas uma das principais linhas de investigação é a de um possível afogamento.

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