Redação
O "Caso Joba", nome dado para o assassinato de Johanisson Carlos Lima Costa, ex-coordenador das categorias de base do CRB, crime de grande repercussão em Alagoas, ganhou um novo um capítulo nesta quarta-feira (19). A audiência de instrução foi iniciada nesta manhã no Fórum de Maceió e tem como objetivo colher os depoimentos de réus e testemunhas para o andamento do processo.
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Ruan Carlos Ferreira de Lima Albuquerque e Symeone Batista dos Santos seguem presos sob a acusação do homicídio a tiro, praticado na manhã do dia 23 de janeiro de 2026, no bairro Santa Lúcia, em Maceió. Eles vão prestar depoimento por videoconferência.
A acusação, através do Ministério Público de Alagoas (MPAL), e a defesa dos acusados foram mobilizadas e a sessão conta com 14 testemunhas intimadas, sendo oito arroladas pelo Ministério Público de Alagoas e seis indicadas pelos advogados dos réus.
Agendada desde o dia 14 de julho, a audiência não tem previsão de término. A informação obtida pela reportagem foi de que todas testemunhas compareceram ao Fórum e devem depor.
O caso
Johanisson Carlos Lima Costa, o "Joba", de 33 anos, trabalhava como coordenador das categorias de base do CRB e foi assassinado a tiros na manhã do dia 23 de janeiro, no bairro Santa Lúcia, em Maceió.
Joba seguia para um ponto de ônibus, de onde embarcaria em uma van com destino ao CT Ninho do Galo, onde cumpriria mais um dia de trabalho, quando foi surpreendido com um tiro na cabeça.
Symeone Batista do Santos, que apareceu em câmeras de segurança ajudando na fuga do atirador, trouxe detalhes de como a morte foi arquitetada.
Em depoimento, Symeone, que teve um papel de "intermediador no crime", disse que o assassinato foi planejado por Ruan Carlos Ferreira de Lima Albuquerque, que seria o suposto mandante, em dezembro de 2025.
Ruan Carlos foi apontado como mandante do homicídio
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