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Com ajuda de companheira, mãe mata e esquarteja filho de 9 anos no DF

Publicado em 02/06/2019, às 12h43
Rhuan Maicon tinha quatro anos quando saiu do Acre com a mãe | Arquivo da família -

Folhapress

O pequeno Rhuan Maicon, de nove anos, foi morto e esquartejado na noite de sexta-feira (31) em Samambaia, região administrativa do Distrito Federal. A mãe da criança, Rosana Auri da Silva Cândido, 27, e sua companheira Kacyla Pryscila Santiago Damasceno Pessoa, 28, confessaram ter cometido o crime. As duas foram presas nesse sábado (1) após investigações da Polícia Civil do Distrito Federal.

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Em depoimento à polícia, as mulheres afirmaram que a criança foi morta com uma facada no coração enquanto dormia. Depois de terem cometido o crime, elas esquartejaram o menino e tentaram queimar o corpo em uma churrasqueira. Como a tentativa de carbonizar o corpo não foi bem sucedida, elas o colocaram em uma mala e jogaram dentro de um bueiro no próprio bairro em que vivem. Os membros foram colocados em duas mochilas, que ainda estavam na casa da família e seriam descartadas posteriormente.

"Foi um crime terrível. O corpo da criança estava irreconhecível", afirma Guilherme Melo, delegado adjunto da 26º delegacia do Distrito Federal e responsável pelas investigações. Segundo a polícia, o garoto que foi morto teve o seu pênis cortado há cerca de um ano pela própria mãe.

Além da criança que foi morta, o casal criava ainda uma menina de nove anos, filha de Kacyla Pryscila. Ela foi encaminhada para o Conselho Tutelar após a prisão da mãe e da companheira dela. A Polícia Civil suspeita que as duas crianças vivessem na casa em cárcere privado, já que ambas não frequentavam a escola e raramente eram vistas pelos vizinhos do casal.

Natural do Acre, Rosana Auri da Silva Cândido fugiu com o filho há cerca de cinco anos após ter perdido a guarda deste para o pai em decisão da Justiça. Neste período, Rosana, Kacyla e as duas crianças moraram em Alagoas e Goiás até se mudarem para o Distrito Federal.

No depoimento dado à polícia, a mãe disse que matou o filho porque este seria um empecilho para o seu relacionamento, já que ele remetia ao seu antigo vínculo com o pai da criança. O caso segue em investigação pela Polícia Civil do Distrito Federal.

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