Crianças desaparecidas são encontradas em Arapiraca

Publicado em 16/11/2017, às 19h32

Redação

Duas crianças, uma de 9 e outra de 12 anos, que estavam desaparecidas desde quarta-feira, 08, foram encontradas nesta quinta-feira, 16, no município de Arapiraca. Elas estão em um abrigo em Capiatá, após terem sido encontradas em Marechal Deodoro e informado ao conselho tutelar da região que moravam com uma tia no município.

Quando encontradas, em Marechal Deodoro, as crianças informaram que teriam fugido da Praia da Avenida, no centro de Maceió, e foram andando até o município, porque estavam sendo obrigadas por uma tia a pedir esmolas.

O Conselho Tutelar de Maceió, entrou em contato com a suposta tia, Adriana Morais Farias, e descobriu, por meio das certidões de nascimento, que ela é mãe das crianças.

De acordo com Adriana, por não ter geladeira em casa, pediu aos filhos que fossem comprar gelo em uma fábrica na Vila Brejal, onde moram, na quarta-feira, 08, mas eles não retornaram.

O conselheiro tutelar Luiz Carlos desconfia da versão apresentada pelas crianças. "A história fica controversa, porque as crianças alegam que estavam com uma tia em Maceió, que os obrigou a pedir dinheiro, e que moravam com uma tia em Arapiraca. Mas a tia de Maceió está na certidão de nascimento deles como mãe, e a de Arapiraca não foi encontrada", explicou. "Outra coisa que não bate é que as crianças afirmam que moram em Arapiraca, mas estão matriculadas em um colégio aqui em Maceió", lembrou o conselheiro

Na sexta-feira, 17, o conselheiro Luiz Carlos vai até Arapiraca buscar e ouvir as crianças. Depois, o caso deve ser encaminhado a delegacia de crimes contra a criança e o adolescente, onde será investigado.

*Estagiário sob supervisão da editoria

Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

Tecnologia japonesa de resistência do solo aumenta estabilidade na obra em rodovia do Litoral Norte Tecnologia usada pela SSP-AL é destaque em evento no Recife Secom lança o Plural, programa que fortalece a comunicação comunitária Junior Achievement Brasil quer impactar 1,5 milhão de jovens por ano até 2030