Deputada afirma que teve celular invadido na madrugada deste domingo

Publicado em 22/07/2019, às 08h29
Reprodução Facebook -

Revista Exame

A líder do governo no Congresso Nacional, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), afirmou que teve o celular clonado na madrugada deste domingo (21).

Em vídeo publicado em suas redes sociais, a parlamentar diz ter recebido ligações de seu próprio número, como ocorreu com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, que teve o celular invadido em junho.

Joice afirmou também que já está comunicando as autoridades sobre o ocorrido. Para ela, o criminoso responsável pelo ataque é “provavelmente da mesma gangue que invadiu o celular de Moro” e de procuradores da República.

No vídeo, a deputada relata que houve encaminhamento de mensagens em seu nome pelo aplicativo Telegram. “Procuraram um jornalista bastante conhecido no Brasil o jornalista Lauro Jardim”, disse.

Joice também disse que não usa o aplicativo de mensagens desde a época da campanha.

“Acontece que eu não uso o Telegram, não uso o Telegram para fazer ligações, tem uma ligação internacional aqui que eu não faço ideia de onde seja, e algumas ligações aqui de mim para mim mesma, exatamente o que aconteceu com Sergio Moro”, afirmou, contando ainda que já comunicou o presidente Jair Bolsonaro e Moro sobre o ocorrido.

A deputada pediu ainda que “fiquem de olhos e ouvidos atentos” sobre qualquer mensagem que possa circular em seu nome, já que, para Joice, vão “usar todo o tipo de sujeira para tentar manchar” o seu nome.

“Isso é caso de polícia. Esses bandidos precisam ir para a cadeia, vou desativar o celular, mas peço que todos vocês fiquem de olhos e ouvidos atentos e orelhas em pé pra qualquer mensagem que possa circular por aí em meu nome, porque certamente vão usar todo tipo de sujeira para tentar manchar o meu nome”, afirmou em vídeo.

Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

Laudo revela causa da morte de menino após comer bolo em festa da avó TCU cria novo penduricalho para servidores após ver brecha em decisão do STF Mulher é resgatada após 49 anos vivendo em condição análoga à escravidão em SP Adolescente mata motorista de aplicativo ao confundi-lo com policial