Um adolescente de 17 anos foi apreendido após matar a tiros um motorista de aplicativo em São José do Rio Preto, confundindo-o com um policial civil durante a corrida. O crime resultou na morte do motorista, que colidiu seu veículo contra um poste após ser baleado.
O motorista, Wilsiano Soares Novaes Teixeira, de 43 anos, foi atingido na cabeça e morreu no local, deixando sua esposa e duas filhas. O adolescente alegou que a motivação do crime foi uma desavença sobre o troco da corrida, levando-o a acreditar que a vítima era um agente de segurança.
O caso foi registrado como latrocínio e está sob investigação, com a polícia buscando confirmar se o adolescente realmente disparou. Ele foi encaminhado para a Fundação Casa, enquanto seu comparsa, maior de idade, permanece foragido.
Um adolescente de 17 anos foi apreendido por suspeita de matar a tiros um motorista de aplicativo durante corrida em São José do Rio Preto (SP) na tarde de ontem. Ele confundiu a vítima com um policial civil.
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Adolescente havia solicitado a corrida por meio de um aplicativo. Ele entrou no carro acompanhado por um jovem de 22 anos, mas em determinado momento da corrida pensou que o motorista fosse um agente de segurança e o matou. As informações são do delegado Roberval Costa Macedo, responsável pelas investigações.
O motorista, identificado como Wilsiano Soares Novaes Teixeira, 43, foi baleado na cabeça. Ao ser atingido, ele perdeu a direção do veículo, colidiu contra um poste de iluminação e morreu no local.
Na sequência, o adolescente e o outro passageiro desceram do carro e fugiram. Mais tarde, o adolescente foi localizado e apreendido pela Polícia Militar. Em depoimento, ele teria confessado o crime.
Delegado afirma que a motivação para o assassinato foi "totalmente fútil". "A princípio, [o adolescente] afirmou que houve desavença por causa do troco no pagamento da corrida e, durante essa desavença, ele desconfiou que o motorista seria um policial civil, por isso realizou os disparos na cabeça da vítima", declarou Macedo em coletiva à imprensa na manhã de hoje.
Polícia quer determinar se o adolescente foi realmente o autor do disparo. Ainda segundo o delegado, existe a suspeita de que ele tenha assumido a autoria em uma tentativa de livrar o amigo, que é maior de idade, da imputação criminosa.
Caso foi registrado como latrocínio, que é o roubo seguido de morte, e segue sob investigação. O adolescente foi encaminhado para a Fundação Casa. O comparsa dele já foi identificado, mas segue foragido.
Wilsiano foi velado e sepultado nesta sexta-feira. Ele deixa a esposa e duas filhas.