Nide Lins
O pastelzinho polvilhado com açúcar e recheado com carne da Cil Nogueira (@cilnogueiragastronomia) é meu xodó. Quando bate a vontade, é só pedir e buscar. Nesta Copa, ele já conquistou o título de campeão de pedidos. Mas a história da Cil vai muito além das delícias feitas por encomenda. A alagoana, herdeira do talento da tradicional família Irmãs Rocha, ampliou o negócio e criou uma cozinha colaborativa na Rua Maria Breda, 121, Jatiúca. O espaço foi pensado para quem sonha em empreender na gastronomia. Para encomendas, o telefone é (82) 98204-9900
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Quer produzir hambúrgueres, salgados, doces ou outras receitas para vender? Dar aulas de gastronomia ou gravar vídeos de receitas? Se falta uma cozinha equipada, a Cil Nogueira oferece a solução. O espaço pode ser alugado por período, com acesso a equipamentos profissionais, reduzindo o investimento inicial para quem deseja tirar o sonho do papel.
Gostou dessa história? Então vem comigo que eu vou mostrar como funciona a cozinha colaborativa da Cil Nogueira. E, claro, também vou contar como a neta de Bartyra Rocha mantém viva a tradição das Irmãs Rocha, preparando clássicos como os famosos pastéis de festa, sonhos, empadas de queijo, beijus e muitas outras delícias que carregam a memória afetiva da culinária alagoana.
O que é cozinha colaborativa?
É um espaço gastronômico compartilhado, equipado com estrutura profissional, onde empreendedores podem alugar a cozinha por períodos determinados para produzir alimentos de forma legal, segura e com menor investimento inicial. A proposta permite que pequenos produtores, confeiteiros, salgadeiros, hamburgueiros e outros profissionais iniciem ou ampliem seus negócios sem precisar montar uma cozinha própria.
A trajetória de Cil confirma o talento precoce: desde criança, ajudava nas panelas do dia a dia e passava as férias ao lado da avó Bartyra Rocha aprendendo seus segredos. “Ela acordava a gente com uma bandeja de cachorro-quente ao molho de tomate caseiro. Até hoje sinto o cheiro”, lembra. Esse afeto virou profissão — e virou tradição. A alagoana carrega o dom e a memória de Bartyra Rocha, figura elegante e apaixonada por reunir a família em torno de uma mesa farta, especialmente no Natal. Entre todas as receitas, os pasteizinhos eram seu xodó — e seguem firmes como o queridinho das festas, graças às mãos talentosas da neta.
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