Espanha substitui Itália como maior destino de travessias de imigrantes

Publicado em 04/01/2019, às 21h27
Imigrantes venezuelanos no Brasil | Agência Brasil -

VEJA.com

A maioria dos imigrantes que cruzaram o Mediterrâneo rumo à Europa no ano passado foi para a Espanha, de acordo com estimativas da União Europeia divulgadas nesta sexta-feira, e a Itália testemunhou o menor número de entradas ilegais em cinco anos.

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A agência de fronteira e guarda-costeira Frontex estimou que 150 mil pessoas ingressaram na UE graças a travessias irregulares em 2018, a menor cifra em cinco anos e muito inferior ao pico de mais de 1 milhão registrado em 2015.

A quantidade de recém-chegados à Itália, que adotou medidas para impedir a entrada de imigrantes resgatados, diminuiu 80 por cento, ou para cerca de 23 mil pessoas, o menor número desde 2012.

Enquanto isso as chegadas à Espanha dobraram e atingiram 57 mil imigrantes no ano passado, tornando a rota do Marrocos à Península Ibérica a mais ativa da Europa.

As entradas pelo Grécia e pelo Chipre através da chamada rota do leste do Mediterrâneo aumentaram para 56 mil em 2018, sendo que a maioria dos imigrantes vinha do Afeganistão, da Síria ou do Iraque.

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