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Seria o fim dos álbuns da Copa do Mundo? Não exatamente. A Fifa anunciou, nesta quinta-feira, 7, uma mudança na produtora de itens colecionáveis e, a partir de 2031, quem assume as figurinhas ligadas às competições da entidade é a Fanatics.
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O acordo encerra a parceria de mais de 60 anos entre Fifa e a Panini, responsável pela elaboração dos álbuns desde 1970, com exceção da Copa de 1994. A colaboração entre a Fifa e o grupo italiano se estende até o Mundial de seleções de 2030.
A Fanatics assumirá a produção a partir de 2031, englobando itens físicos e digitais. “No cenário esportivo, vemos como a Fanatics promove uma inovação massiva nos colecionáveis, proporcionando aos torcedores uma nova e significativa maneira de interagir com seus times e jogadores favoritos”, disse o presidente da Fifa, Gianni Infantino.
“Do ponto de vista da Fifa, nós conseguimos globalizar esse engajamento dos torcedores graças ao nosso portfólio de competições globais. E isso proporciona mais uma fonte de receita comercial que nós canalizamos, como sempre, no futebol”, complementou.
O contrato entre Fifa e Fanatics distribuirá US$ 150 milhões em itens colecionáveis para torcedores de todo mundo. Uma das novidades será os cards autografados com patch de estreia da Topps, presentes em coleções ligadas à Copa do Mundo.
Nessa dinâmica, o jogador usaria um patch de estreia em sua camisa durante sua primeira partida na Copa do Mundo. O patch, então, seria removido, autenticado e inserido em um card colecionável autografado pelo jogador. Esse programa, segundo Infantino, deverá começar já na Copa do Mundo de 2026.
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