Homem obrigado a rebolar no trabalho receberá indenização de R$1 mil

Publicado em 26/10/2022, às 22h55
Foto: TRT-MG/Divulgação -

Estado de Minas

Uma rede de supermercados de Uberaba, no Triângulo Mineiro, terá que indenizar um ex-funcionário por danos morais. O homem, assim como outros trabalhadores, era obrigado a participar de uma dança, que envolvia rebolar e entoar um grito de guerra, no início de todo dia de trabalho.

LEIA TAMBÉM

A coreografia era feita em reuniões, chamadas de "piso", e dela participavam todos os funcionários da empresa. Segundo uma testemunha ouvida no processo, o ex-empregado se sentia constrangido com a brincadeira.

"Ele reclamava que não queria participar da coreografia, mas era obrigado; a participação nas reuniões era obrigatória, e, enquanto todos não estivessem presentes à reunião, não se iniciava", conta.

Os funcionários eram chamados pelo alto-falante, caso não comparecessem. Eventualmente, a reunião também era assistida por clientes que estivessem na loja no momento do encontro.

Um representante da empresa admitiu que o grito de guerra "cheers" era feito diariamente, na parte da manhã, na abertura da loja. "A empresa tenta reunir o máximo de empregados nessa reunião onde é feito o grito de guerra", disse.

A coreografia era feita em reuniões, chamadas de "piso", e dela participavam todos os funcionários da empresa. Segundo uma testemunha ouvida no processo, o ex-empregado se sentia constrangido com a brincadeira.

"Ele reclamava que não queria participar da coreografia, mas era obrigado; a participação nas reuniões era obrigatória, e, enquanto todos não estivessem presentes à reunião, não se iniciava", conta.

Os funcionários eram chamados pelo alto-falante, caso não comparecessem. Eventualmente, a reunião também era assistida por clientes que estivessem na loja no momento do encontro.

Um representante da empresa admitiu que o grito de guerra "cheers" era feito diariamente, na parte da manhã, na abertura da loja. "A empresa tenta reunir o máximo de empregados nessa reunião onde é feito o grito de guerra", disse.

Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

Venda de produtos ilegais avança no comércio físico e digital; saiba como identificar falsificações Campanha convoca familiares de desaparecidos para coleta de DNA Morre veterinária atacada por cachorro no canil do Senado Federal 'Saiu rindo', diz segurança sobre colega que liderou espancamento que matou ciclista no Rio