Campanha convoca familiares de desaparecidos para coleta de DNA

Publicado em 22/08/2026, às 16h13
Ação permite cruzamento com perfis genéticos de pessoas encontradas - Foto: Agência Brasil
Ação permite cruzamento com perfis genéticos de pessoas encontradas - Foto: Agência Brasil

Por Agência Brasil

Uma força-tarefa nacional para coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas começará na segunda-feira (24), com 334 pontos de coleta disponíveis em todas as unidades da Federação, visando facilitar a identificação de indivíduos encontrados sem identidade.

Esta é a quarta edição da mobilização organizada pelo governo federal em parceria com as secretarias de segurança pública, e a coleta é gratuita, exigindo apenas documento de identificação e informações do Boletim de Ocorrência do desaparecimento.

O Ministério da Justiça destaca que a participação é preferencialmente para familiares de primeiro grau, e em caso de correspondência positiva no perfil genético, a instituição responsável entrará em contato com o doador.

Resumo gerado por IA

A partir de segunda-feira (24), terá início uma força-tarefa em todo o país para convocar familiares de pessoas desaparecidas para coleta de DNA. Ao todo, 334 pontos nas 27 unidades da Federação estão disponíveis para receber os interessados.

É a quarta edição de uma mobilização especial organizada pelo governo federal, em parceria com as secretarias de segurança pública. A campanha vai até sexta (28). 

Confira aqui os pontos de coleta. 

A coleta de DNA de familiares de desaparecidos torna possível o cruzamento com perfis genéticos de pessoas encontradas vivas e falecidas com identidade desconhecida nos bancos estaduais, distrital e nacional. 

Os familiares interessados em participar devem apresentar um documento de identificação e as informações do Boletim de Ocorrência do desaparecimento (número, estado de registro, delegacia). 

Perfis

De acordo com o governo, a campanha é "uma ferramenta a mais para localização de pessoas desaparecidas, e uma chance para famílias que ainda não tenham doado o seu material genético”, explicou o Ministério da Justiça em nota.

A coleta é gratuita e indolor. O ministério ressalta que, preferencialmente, devem comparecer aos pontos de coleta familiares de primeiro grau da pessoa desaparecida, tais como pai, mãe, irmãos ou filhos. 

A coordenação da campanha explica que, caso ocorra resultado positivo da comparação do perfil genético, a instituição responsável entrará em contato com o familiar doador.

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