Indicadores do mercado de trabalho da FGV apresentam piora em março

Publicado em 09/04/2019, às 16h43
Carteira de trabalho | Reinaldo_Canato - Veja -

Agência Brasil

Os dois indicadores da Fundação Getulio Vargas (FGV) que buscam analisar o mercado de trabalho apresentaram piora na passagem de fevereiro para março. O Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp) da FGV recuou 5,8 pontos, para 93,5 pontos em uma escala de zero a 200 pontos, o menor patamar desde outubro de 2018.

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O Iaemp busca antecipar tendências do mercado de trabalho é calculado com base em entrevistas com empresários da indústria e dos serviços e com consumidores. Segundo o economista da FGV Rodolpho Tobler, o resultado mostra que os empresários estão mais cautelosos após um período de aumento do otimismo.

O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), calculado com base na opinião dos  consumidores sobre o mercado de trabalho atual, piorou 2 pontos em março. O indicador subiu para 94,1 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos em que quanto maior a pontuação pior é a avaliação.

Para Tobler, o ICD, em patamar elevado, retrata a situação difícil do mercado de trabalho.

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