Justiça condena homem acusado de matar desafeto na frente do filho em Igaci

Publicado em 01/06/2023, às 18h12
Foto: Divulgação -

TNH1

A Justiça de Alagoas condenou a 15 anos de prisão Vanderson Costa da Silva, acusado de assassinar a tiros Givaldo Aureliano da Silva, crime que aconteceu em abril de 2015, no Povoado Lagoa do Féliz, na Zona Rural de Igaci.

LEIA TAMBÉM

Durante júri popular, que aconteceu nesta quinta-feira (1°), o promotor de Justiça Kleytionne Sousa lembrou que, de forma fria e calculista, Vanderson Costa da Silva, que havia discutido com Givaldo Aureliano um ano antes de planejar o seu assassinato, 

Ainda segundo o promotor, Vanderson teria se aproximado do carro da vítima e a chamou para perto, desferindo os tiros quando ela chegou: “Ele premeditou o crime e praticou o homicídio sem que Givaldo pudesse se defender. A vítima foi pega de surpresa e morreu na hora, deixando esposa e três filhos completamente desamparados. Para além disso, é preciso destacar também que o réu sequer pensou na criança que estava perto da cena do crime e viu o pai ser assassinado. Givaldo Aureliano da Silva foi morto com três tiros, um no tórax, outro no rosto e, por fim, um terceiro na mão”, detalhou o promotor.

Condenação - Durante todo o julgamento, Kleytionne Sousa sustentou a acusação de homicídio qualificado. Durante os debates, ele alegou que o réu cometeu homicídio qualificado pelo motivo que dificultou ou tornou impossível a defesa do ofendido, tendo, os jurados, acolhido, na integralidade, a tese defendida pelo Ministério Público. “A condenação não traz de volta o ente querido, mas, dá a sociedade e aos familiares o sentimento de que a Justiça dos homens foi realizada”, disse o promotor.

Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

Psiquiatra diz que Jairinho é perverso e tem prazer em provocar dor STF determina fim de aposentadoria compulsória para juízes condenados Motorista que dirigiu embriagado e matou homem e mulher grávida é condenado a 43 anos de prisão em Maceió CNJ aprova contracheque único para juízes de todo país: "Dinheiro público não pode se esconder em múltiplas folhas"