Justiça decreta prisão preventiva de esposa suspeita de matar PM em Maceió

Publicado em 23/03/2022, às 16h26
Josefa Cícera e o sargento Alessandro Fábio | Reprodução -

Redação TNH1

Em audiência de custódia realizada nesta quarta-feira, 23, a Justiça de Alagoas decretou prisão preventiva da mulher identificada como Josefa Cícera Nunes Flores, suspeita de matar o próprio companheiro, o sargento da Polícia Militar, Alessandro Fábio da Silva, na noite dessa terça-feira, 22, em um condomínio do bairro Cidade Universitária, em Maceió.

LEIA TAMBÉM

"Deverá a autoridade policial providenciar com urgência a realização do exame de corpo de delito na flagrada, bem como o exame residuográfico. Determino que seja colhido na vítima, se possível, material para analisar se há pólvora nas mãos do mesmo", determina a decisão expedida pela 3ª Vara Criminal da Capital.

Com a decisão judicial, a mulher deve ser transferida para o presídio feminino no Sistema Prisional. 

O caso - De acordo com informações da Polícia Militar, ao chegar no condomínio, a guarnição foi informada pelos porteiros que disparos de arma de fogo foram registrados em uma residência e que a vítima havia sido socorrida. O sargento e a esposa foram localizados na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Cidade Universitária.

Segundo a polícia, inicialmente, a mulher disse que a morte foi ocasionada por um acidente e que casal estava brincando de um “jogo” conhecido como “Roleta Russa”, mas ao ser questionada pelo fato da arma usada no crime ser uma pistola, a suspeita relatou que os disparos foram efetuados após ser agredida pelo marido.

Na residência do casal foram apreendidos uma pistola Taurus / 938, uma pistola Glock. 40 e três carregadores. As armas apreendidas, conforme informou a PM, não tinham registro.

Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

Justiça mantém prisão de jovem suspeito de dopar e estuprar colega de escola em Alagoas Justiça mantém preso homem que chutou rosto de filha no Paraná Justiça do RJ condena acusado de matar ator Jeff Machado Defensoria Pública aciona Estado por superlotação e condições degradantes em cadeia de Maceió