Marceneiro foi vítima de homicídio doloso, diz MP

Publicado em 12/07/2025, às 19h09
- Reprodução

Agência Brasil

Após a polícia ter qualificado a morte do marceneiro Guilherme Dias Ferreira como “homicídio culposo com legítima defesa”, sem intenção de matar, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) acolheu pedido do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e reclassificou a morte como “homicídio doloso”- quando há intenção de matar.      

LEIA TAMBÉM

Ferreira, de 26 anos, foi morto com um tiro na cabeça dado pelo policial militar Fábio Anderson Pereira de Almeida, na noite de 4 de julho, após sair do trabalho.

O marceneiro estava na Estrada Turística de Parelheiros, no estado de São Paulo, e, quando corria para pegar um ônibus, teria sido confundido pelo PM como um dos assaltantes que, momentos antes, tentaram roubar sua moto.

O MP contestou a classificação inicial feita no inquérito da Polícia Civil. Agora, com a nova decisão, o inquérito foi remetido para uma das varas do júri da capital, conforme indicou o Tribunal de Justiça de São Paulo.

A morte de Guilherme gerou uma série de manifestações. Além da família do marceneiro, para  quem ele foi morto por ser negro, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) também cobrou investigações rigorosas do caso.

Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

Quem era a turista americana que foi encontrada morta em hotel de luxo de SP Casa de idosa tem 50 toneladas de resíduos retiradas após duas décadas de acúmulo Mulher morre após cair de escada de avião no desembarque em Congonhas Corpo é encontrado durante buscas por homem que desapareceu em Ilhabela