Meghan processa jornal britânico por bullying, e Harry lembra perseguição à Lady Di

Publicado em 02/10/2019, às 09h13
Wikimedia Commons -

Folhapress

Meghan Markle, 38, duquesa de Sussex, está processando o jornal britânico The Mail on Sunday por ter publicado uma carta pessoal sua, enviada ao seu pai, Thomas Markle, logo após seu casamento em 2018.

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Segundo a CNN, o príncipe Harry, 35, acusa o jornal de editar a carta de Markle seletivamente -cortando palavras e parágrafos- para "encobrir mentiras que o veículo havia contado" sobre a duquesa, o que o jornal nega. 

Harry diz que a mídia britânica estaria fazendo uma perseguição e "campanha contra Meghan", assim como fez com sua mãe, Diana, que morreu em um acidente de carro em 1997. 

"Perdi minha mãe e agora vejo minha esposa sendo vítima das mesmas forças poderosas", diz Harry em uma declaração no site oficial do casal, publicada nesta terça-feira (1º).

"Infelizmente, minha esposa se tornou uma das mais novas vítimas de um jornal britânico que faz campanhas contra indivíduos sem pensar nas consequências -uma campanha implacável, que se intensificou ao longo do ano passado, durante a gravidez e criação de nosso filho recém-nascido", diz. "Eles [jornais] foram capazes de criar mentiras após mentiras às custas dela, simplesmente porque ela não era vista publicamente durante a licença-maternidade".

Representante do casal real, o escritório de advocacia Schillings acusa o jornal de propagar histórias falsas e depreciativas, e entrou com ação na Suprema Corte tanto contra o jornal, quanto contra a empresa controladora Associated Newspapers, por suposto uso indevido de informações privadas e violação de direitos autorais.

"O conteúdo de uma carta em particular foi publicado ilegalmente, de maneira intencionalmente destrutiva, para manipular você, leitor, e promover a agenda divisória do jornal em questão", diz o príncipe. "Recuar e não fazer nada seria contra tudo em que acreditamos".

A ação judicial é financiada com recursos privados do casal, cujos ganhos serão doados a uma instituição de caridade antibullying. Harry ainda afirmou que acredita na "liberdade de imprensa e em reportagens objetivas e verdadeiras".

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