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Meio ambiente em risco: "Areia movediça"

Publicado em 25/06/2026, às 08h00

Flávio Gomes de Barros

O desastre ambiental que afeta Maceió por conta de exploração de sal-gema, e teve seu ápice em março de 2018, continua no alvo das autoridades.

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A utilização de areia para compensar o vazio deixado pelas minas escavadas e estabilizar o solo agora é alvo de inquérito instaurado pelo Ministério Público Federal.

É o que explica  jornalista Machado da Costa na coluna "Radar "econômico", da revista "Veja":

"A operação da Braskem para fechar minas de sal-gema em Maceió ganhou um novo ruído jurídico. O Ministério Público Federal em Alagoas abriu inquérito para apurar fornecedores de areiamutilizada na estabiozação do solo. A investigação mira Alagoas Mineração Ltda.

O caso, quecorre sob a batuta do procurador Lucas Horta de Almeida, partiu de uma denúncia mantida em sigilo.

A inestigação quer saber se houve fraude ou dano ambiental na extração do material contratado pela petroquímica. Procuradas por VEJA, a Braskem e a Alagoas Mineração não se manifestaram."

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