Em 23 de junho de 1996, um domingo, véspera do dia de São João, há exatos 30 anos, o empresário Paulo César Farias e sua namorada Suzana Marcolino foram encontrados mortos a tiros na casa dele, na praia de Guaxuma, orla marítima de Maceió.
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Um episódio cercado de mistérios até hoje, apesar de a casa se situar em um enorme terreno em lugar esmo, à beira mar, cercado de seguranças.
PC Farias, como era conhecido, ganhou notoriedade por ter sido o tesoureiro de campanha do presidente Fernando Collor de Mello, em 1989, e também figura influente no governo.
Várias versões surgiram sobre os assassinatos, sua motivação, as circunstâncias do crime e sua autoria, mas o caso permanece sem elucidação.
Um elemento a ser considerado é que PC Farias estava para ser ouvido na CPI das Empreiteiras quando foi morto.
Quatro seguranças que estavam na casa onde ocorreram os crimes chegaram a ser julgados pel tribunal do júri, mas foram absolvidos.
Uma questão relevante em casos semelhantes ao que se sabe não foi suficientemente exaurida: a quem interessava a morte do empresário?
Enquanto isso, o mistério continua.
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