Mestre Benon, Patrimônio Vivo de AL, morre aos 79 anos e deixa legado cultural

Publicado em 29/04/2016, às 11h05

Redação

O mestre de guerreiro Benon Pinto da Silva morreu na noite de quinta-feira (28), aos 79 anos,  em decorrência de uma hemorragia causada por complicações da Chikungunya. Mestre Benon era considerado Patrimônio Vivo de Alagoas pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, desde 2006.

LEIA TAMBÉM

Criador do famoso Guerreiro Treme-Terra das Alagoas, no bairro da Chã de Bebedouro, adotou Alagoas como seu Estado de coração. Foi ainda criança, no município de Cajueiro, que conheceu o Guerreiro. Aos sete anos já se metia no meio das brincadeiras. Aos dez anos, passou a ser caboclinho no Guerreiro da mestra Joana Gajuru, depois vassalo, índio Peri e embaixador.

O Mestre também confeccionava pequenos chapéus de Guerreiro e enfeites da dança que rodaram o mundo, sendo exportados para Estados Unidos, Japão e Europa.

A Secretaria de Estado da Cultura lamenta a morte do Mestre que deixa grande legado para as manifestações tradicionais do Guerreiro. “Há mais de 50 anos, Mestre Benon exercia um papel importante para o folclore alagoano. Sua garra era exemplo para todos, e ele se orgulhava da sua arte. A cultura alagoana está em luto por sua partida”, declarou a secretária Mellina Freitas.

Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

Instituto de Arquitetos coordena construção de banheiros em comunidades de AL Consulta ao 2º lote do IR: mais de 80 mil alagoanos devem receber quase R$150 mi SSP reforça uso de inteligência e análise de dados para reduzir criminalidade em Alagoas Localizado em Marechal Deodoro, DEA soma 619 vidas salvas em um ano e meio de atuação