Morte de escrivã que denunciou assédio moral é investigada em MG

Publicado em 14/06/2023, às 17h19
Rafaela Drummond, 31 anos, foi encontrada sem vida pelos pais em Antônio Carlos (MG) | Reprodução / Redes sociais -

Folhapress

A Polícia Civil de Minas Gerais investiga a morte da escrivã Rafaela Drummond. Uma semana antes, ela havia feito denúncias de assédio e sobrecarga de trabalho. A escrivã de 31 anos foi encontrada morta pelos pais na última sexta-feira (9), em um distrito da cidade de Antônio Carlos, na região de Campo das Vertentes, em Minas Gerais.

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Segundo informações do do Registro de Eventos de Defesa Social da Polícia Militar (REDS), o caso foi registrado suicídio. Dias antes de sua morte, Rafaela, que trabalhava na cidade Carandaí (MG), protocolou uma série de denúncias de assédio moral, sexual, pressão psicológica e sobrecarga no ambiente de trabalho ao Sindep-MG (Sindicato dos Escrivães da Polícia Civil de Minas Gerais).

Além das denúncias, áudios em que a vítima detalha episódios de perseguição dentro da instituição, vazados nas redes sociais, motivaram abertura de inquérito para a apuração do caso. O Sindep-MG confirmou que recebeu as denúncias. No entanto, mantém o conteúdo sob sigilo.

Em nota, a Polícia Civil informou que instaurou procedimento disciplinar e inquérito policial e destacou que disponibiliza suporte aos servidores no Centro de Psicologia do Hospital da Polícia Civil, por meio de sessões presenciais e teleconsulta.

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