TNH1 com Folhapress
O MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) concluiu que o cão Orelha morreu devido a uma condição grave e preexistente, e não por suposta agressão de adolescentes. O órgão pediu o arquivamento do caso à Justiça.
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Adolescentes apontados pela Polícia Civil como responsáveis pela suposta agressão e o cachorro "não estiveram juntos na praia no período da suposta agressão". A afirmação foi divulgada hoje pelo MPSC após análise de quase dois mil arquivos entre laudos técnicos, vídeos, imagens e dados apreendidos no processo.
A ativista ambiental Luísa Mell, que chegou a ir até Santa Catarina acompanhar as investigações do caso, manifestou indignação com o MP-SC.
"Inacreditável! Inaceitável! O Ministério Público de Santa Catarina protocolou um pedido de arquivamento das investigações relacionadas à morte do cão Orelha na Praia Brava, área turística de Florianópolis, ocorrida em 4 de janeiro deste ano, por falta de provas. O relatório de 170 páginas encaminhado à juíza Vanessa Bonetti Haupenthal, da Vara da Infância, foi protocolado na última sexta-feira (8). Este caso é uma das maiores vergonhas da justiça brasileira", desabafou a ativista no Instagram.
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