TNH1 com Page Not Found/Extra Online
A história de Gemma Louise Monk correu o mundo. A britânica teve o que deveria ser um dos dias mais felizes da sua vida ofuscado pela cunhada. Antonia Esatwood, que não tinha sido convidada para a cerimônia em mansão de Maidstone (Inglaterra) por causa de uma rixa com Gemma, apareceu de supetão e jogou tinta preta no vestido branco da noiva. Gemma trocou de vestido e prosseguiu com a cerimônia, dizendo o "sim" a Ken.
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A cabeleireira Antonia foi sentenciada em 14 de março pelo juiz Oliver Saxby a 10 meses de prisão — porém a pena suspensa por 12 meses — e a 160 horas de trabalho comunitário não remunerado.
Ela também deverá pagar cerca de 5 mil libras (aproximadamente R$ 33.800) para cobrir os danos causados. Ela admitiu ter agido "por impulso", mas acusou Gemma de tentar sabotar o casamento dela com Ashley, o irmão mais velho da sua vítima.
"Não confio em mais ninguém", disse ela em entrevista ao Page Not Found, no Extra Online.
Questionada sobre os planos para o futuro, Gemma confirmou que ela e seu companheiro pretendem repetir a cerimônia de casamento — realizado originalmente em 24 de maio de 2024 — assim que for possível. A expectativa do casal é realizar o evento na mesma data no ano que vem, uma vez que, para este ano, o prazo estaria muito curto.
Sobre a multa que Antonia foi condenada pela Justiça a pagar, Gemma revelou que pretende utilizar o valor para custear as despesas do novo evento e comprar um vestido novo. No entanto, ela ressaltou que o processo deve ser lento, já que o pagamento será feito em parcelas de 100 libras mensais, levando alguns anos para ser quitado. Até o momento, Gemma informou que ainda não recebeu a primeira parcela.
Ao falar sobre a expectativa para a segunda cerimônia, Gemma admitiu que sente como se o seu "grande dia" tivesse sido roubado. Por isso, acredita que a nova celebração será especial como a primeira, mas com a diferença crucial de que, desta vez, não haverá o ataque. Sobre o próximo dia 24 de maio, ela afirma que ainda não decidiram como celebrar, mas, com o fim do processo judicial, talvez consigam marcar a data desta vez, algo que não ocorreu no ano passado.
Relembrando o episódio, Gemma descreveu o ataque como algo muito repentino e afirmou não ter recebido avisos prévios. Ela acredita que a agressora não gostava da proximidade que ela mantinha com o irmão e, talvez por se sentir ameaçada ou temendo ser exposta, decidiu agir. Gemma enfatizou que não fez nada de errado e que o episódio abalou profundamente sua confiança nas pessoas. Por fim, ao comentar sobre a relação com o irmão, ela desabafou sobre a dor da traição: "Pensar que seu próprio irmão, que deveria protegê-la, faz com que você sofra assim é devastador".
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