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Ocultar patrimônio, uma prática de quase todos os políticos

Publicado em 20/10/2026, às 14h30

Flávio Gomes de Barros

O presidente Lula (PT), que luta para conseguir uma quarta temporada no Palácio do Planalto na eleição do próximo domingo, 25, mais uma vez joga para a plateia ao dizer que seus bens estão à disposição da Justiça para atestar a procedência deles.

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Sua postura tem sido divulgada pelos seus companheiros petistas nas redes sociais, com um desafio: propõe que seu opositor, Flávio Bolsonaro (PL), siga seu exemplo.

Nada mais hipócrita...

Até a mais inocente das criaturas sabe que os políticos, de maneira geral, não costumam registrar em seu nome o patrimônio que possuem.

São raríssimas as exceções, inclusive aqui em Alagoas, onde políticos da nova geração têm seus bens registrados em nome de "laranjas" e muitos preferem até ser mais discretos adquirindo imóveis em outros Estados, especialmente Pernambuco, Pará, Tocantins e Maranhão, os preferidos nesses casos.

No caso de Alagoas, a região preferida para esse tipo de investimento para lesar a Receita Federal e os eleitores tem sido Milagres, no Litoral Norte - quem duvidar que procure saber com corretores de imóveis acostumados a atuar, e faturar, com esse tipo de gente.

Há situações de famílias inteiras se sujeitando a ostentar um patrimônio aparentemente seu, mas que na verdade pertence ao seu político de estimação.

Isso é de domínio público...

 

 

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