Menina fica em estado grave após ataque de onça em aldeia indígena

Publicado em 20/10/2026, às 15h30
Reprodução / Arquivo Pessoal
Reprodução / Arquivo Pessoal

Por CNN Brasil

Uma menina de 8 anos sofreu ferimentos graves após ser atacada por uma onça na aldeia Prata e Cajual, no Pará, enquanto buscava água em um igarapé próximo à roça onde estava com os pais.

O pai da criança encontrou a onça agarrada à filha e, após o ataque, a menina foi socorrida por moradores e transferida de avião para um hospital em Itaituba, onde passou por uma cirurgia bem-sucedida.

Apesar do sucesso do procedimento, a menina permanece internada na UTI devido à gravidade dos ferimentos, enquanto a onça foi sacrificada por moradores após o ataque.

Resumo gerado por IA

Uma menina de 8 anos ficou gravemente ferida após ser atacada por uma onça na manhã do último sábado (17), por volta das 7h30, na aldeia Prata e Cajual, no Pará.

A criança foi socorrida por moradores e transferida de avião para um hospital em Itaituba, onde passou por cirurgia.

O procedimento foi bem-sucedido, mas ela permanece internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) devido à gravidade dos ferimentos.

Segundo Odailson Munduruku, morador da comunidade, a menina estava na roça com os pais quando a mãe pediu que ela buscasse água em um igarapé próximo. Foi nesse momento que ocorreu o ataque.

Pai encontrou onça agarrada à menina


Ao ouvir os gritos da filha, o pai correu até o local e encontrou o animal agarrado à criança. De acordo com o relato, ele se aproximou e a onça soltou a menina.

Na sequência, o pai acompanhou o animal armado com um facão, enquanto a mãe foi até a aldeia pedir ajuda aos moradores.

O grupo seguiu a onça até ela entrar em um buraco. Depois, os moradores sacrificaram o animal.

Menina foi transferida de avião para hospital


Após o ataque, a menina foi levada de volta à aldeia Prata e Cajual, onde aguardou socorro por cerca de uma hora, enquanto a equipe de saúde era acionada.

Em seguida, ela foi transportada de voadeira por aproximadamente 30 minutos até a aldeia Missão São Francisco do Rio Cururu, que tem uma pista de pouso.

De lá, a equipe de saúde do DSEI (Distrito Sanitário Especial Indígena) do Rio Tapajós realizou a remoção aérea da criança para um hospital em Itaituba.

A menina passou por cirurgia, e o procedimento foi considerado bem-sucedido. Segundo o relato do morador, no entanto, o estado de saúde dela permanece grave, e ela segue internada na UTI devido à severidade dos ferimentos.

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