Redação EdiCase
Presença constante nas prateleiras dos supermercados e nas rotinas de quem busca praticidade com valor nutricional, a pasta de amendoim deixou de ser tendência para virar hábito alimentar. Rica em gorduras insaturadas, proteínas e micronutrientes, ganhou espaço tanto entre atletas quanto em famílias que querem melhorar a qualidade da dieta, mas o consumo exige alguns critérios.
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O amendoim concentra nutrientes relevantes em uma matriz alimentar acessível. Quando processado sem aditivos, mantém propriedades importantes para a saúde metabólica, cardiovascular e desempenho físico. “Na forma de pasta integral, é um alimento funcional completo. O problema está nas versões industrializadas com adição de açúcar e gordura de baixa qualidade”, aponta o Prof. Dr. Durval Ribas Filho, nutrólogo e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).
Em 100 gramas, a pasta de amendoim natural fornece cerca de 600 kcal, com destaque para:
A pasta de amendoim integral oferece uma série de vantagens para a saúde quando consumida de forma adequada e dentro de uma dieta equilibrada. Veja!
O consumo regular de oleaginosas está associado à redução do LDL (colesterol “ruim”) e menor risco cardiovascular, graças ao perfil lipídico e aos fitoesteróis.
Apesar de calórica, a pasta de amendoim tem baixo índice glicêmico. Quando combinada com carboidratos, reduz picos de açúcar no sangue — algo útil para estratégias de controle metabólico.
Proteína, gordura e fibra, presentes na pasta de amendoim, significam uma digestão mais lenta e menor fome ao longo do dia, o que pode ajudar no controle de peso.
Rica em arginina, a pasta de amendoim favorece a produção de óxido nítrico, com impacto na circulação e possível melhora de desempenho e recuperação muscular.
Apesar dos benefícios, alguns pontos exigem atenção na hora de incluir a pasta de amendoim na rotina. Saber escolher o produto certo e respeitar as quantidades recomendadas faz toda a diferença para aproveitar o alimento sem excessos. Veja!
“A pasta de amendoim pode ser uma aliada real da saúde, desde que seja integral, bem dosada e inserida em uma dieta equilibrada. O problema não está no alimento, mas na escolha e na quantidade”, finaliza o nutrólogo.
Por Andréa Simões
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