"Podemos vencer o Real e fazer história", diz Neymar sobre mata-mata continental

Publicado em 21/12/2017, às 19h22

Redação

Um dia depois de ajudar o Paris Saint-Germain a vencer o Caen por 3 a 1, em casa, e dar continuidade ao domínio imposto pelo time até agora no Campeonato Francês, Neymar desembarcou nesta quinta-feira em Doha, no Catar, onde a sua equipe realiza uma excursão de caráter promocional neste final de ano.

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Em solo catariano, o atacante concedeu entrevista coletiva e projetou os desafios que ele e o clube terão pela frente em 2018 sendo que o próximo mais importante é o mata-mata diante do Real Madrid, pelas oitavas de final da Liga dos Campeões da Europa.

Ao falar sobre o duelo com o poderoso rival, que conquistou as últimas duas edições da competição continental, o astro brasileiro exibiu confiança. "Sabemos que é um jogo complicado, diante de um time está jogando junto há anos e que sempre aspira as vitórias, mas podemos vencê-los, podemos fazer história e estamos aqui para isso. Para jogar futebol e vamos fazer tudo para ganhar", prometeu.

Pela melhor campanha que realizou na fase de grupos da Liga dos Campeões, o PSG terá a vantagem de fazer o duelo de volta das oitavas de final como mandante, no dia 6 de março. Antes disso, porém, precisará segurar o Real na partida de ida, em Madri, marcada para ocorrer em 14 de fevereiro. E o time espanhol não cai em uma oitava de final do torneio continental desde a temporada 2009/2010. De lá para cá, alcançou no mínimo as semifinais de todas as edições seguintes do grande torneio.

Também nesta quinta-feira, Neymar voltou a qualificar o Brasil como "um dos favoritos" ao título da Copa do Mundo de 2018, assim como foi questionado sobre a Copa 2022, que será realizada justamente no Catar. 

Ao projetá-la, o brasileiro destacou que o país árabe abrigará um "grande Mundial", apesar de todas as polêmicas que envolveram a eleição dos catarianos para abrigar a grande competição - no caso, o Catar teria sido escolhido sede após supostamente se beneficiar de votos dados por dirigentes que foram corrompidos para ajudar a garantir a vitória no pleito da Fifa que fez a nação ser confirmada como sede da Copa.

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