Proteínas: 4 dicas para consumir na medida certa no dia a dia

Publicado em 04/05/2026, às 10h00
- O consumo de proteínas deve ser equilibrado e considerar as necessidades individuais (Imagem: Pixel-Shot | Shutterstock)

Redação EdiCase

Nos últimos anos, a proteína ganhou protagonismo nas conversas sobre alimentação saudável. Presente principalmente em dietas voltadas para emagrecimento, ganho de massa muscular e até controle da saciedade, o nutriente tem despertado cada vez mais interesse, mas também algumas dúvidas.

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De acordo com a nutricionista Andrezza Botelho, o aumento da atenção sobre o consumo de proteínas tem fundamento, mas precisa ser conduzido com equilíbrio. “De fato, a proteína tem um papel muito importante na manutenção da massa muscular, na saciedade e no funcionamento do metabolismo. O problema é que muitas pessoas acabam focando apenas nesse nutriente e esquecem que uma alimentação saudável depende de equilíbrio entre todos os grupos alimentares”, explica.

A especialista destaca que a quantidade ideal varia de acordo com fatores como idade, nível de atividade física e objetivos individuais. “Não existe uma quantidade única para todos. Para algumas pessoas, principalmente aquelas que praticam atividade física regularmente, pode haver necessidade de um consumo um pouco maior. Mas isso precisa ser avaliado individualmente”, afirma.

Nesse cenário, alguns cuidados simples podem ajudar a tornar o consumo mais eficiente e saudável no dia a dia. Confira!

1. Ajuste a quantidade à sua rotina e aos seus objetivos

Cada organismo tem necessidades diferentes. Idade, prática de exercícios e metas pessoais influenciam diretamente na quantidade ideal de proteína. Por isso, evitar comparações e buscar orientação individualizada faz toda a diferença.

2. Distribua o consumo ao longo do dia

Outro ponto que merece atenção é a forma como a proteína é consumida. “Um erro comum é concentrar a maior parte da proteína apenas no almoço ou no jantar. O ideal é distribuir o consumo ao longo das refeições para favorecer melhor absorção e maior sensação de saciedade”, orienta a nutricionista.

As leguminosas são ricas em proteínas vegetais (Imagem: nadianb | Shutterstock)

3. Varie as fontes de proteína

Além das fontes mais conhecidas, como carnes, ovos e laticínios, também é possível obter proteína por meio de alimentos vegetais. “Leguminosas como feijão, lentilha e grão-de-bico são ótimas opções. Quando combinadas com outros alimentos, elas contribuem para uma alimentação nutritiva e equilibrada”, completa.

4. Evite excessos e o foco em apenas um nutriente

Embora a proteína seja essencial, o consumo em excesso ou de forma desequilibrada pode trazer impactos negativos. Dietas muito restritivas ou centradas apenas nesse nutriente podem sobrecarregar o organismo e deixar de lado outros componentes importantes, como fibras, vitaminas e gorduras boas. O segredo está no equilíbrio.

No fim das contas, mais do que aumentar a ingestão de proteínas, o mais importante é entender como incluí-las de forma inteligente dentro de uma alimentação variada e sustentável. Quando o assunto é saúde, não existe exagero que compense a falta de equilíbrio, e é justamente na harmonia entre os nutrientes que está o verdadeiro benefício para o corpo.

Por Ana Carolina Baili

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