Repórter aceita desafio de dançar quadrilha; veja os preparativos da Luar do Sertão

Publicado em 24/06/2026, às 14h53
- Reprodução/Fique Alerta

Yasmin Gregorio*

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Quando a quadrilha entra no arraial, o público vê o brilho dos figurinos, a sincronia dos passos e a emoção de uma história sendo contada em poucos minutos. Mas para que tudo aconteça da forma planejada, existe uma rotina intensa de trabalho que começa muito antes dos festejos juninos.

Meses de ensaios, reuniões, criação de figurinos, desenvolvimento de coreografias e construção de cenários fazem parte da preparação dos grupos que levam aos arraiais espetáculos cada vez mais grandiosos. O que muita gente vê como uma apresentação de poucos minutos é resultado de um trabalho coletivo que exige dedicação durante praticamente o ano inteiro.

Nas últimas décadas, as quadrilhas juninas passaram por uma grande transformação. A tradicional dança popular ganhou elementos cênicos, enredos e produções elaboradas, tornando-se um espetáculo que hoje é comparado, muitas vezes, aos desfiles das escolas de samba.

É justamente esse processo de criação que ganha destaque no terceiro episódio da série especial "Da Europa ao Sertão: como se faz um São João", exibida pelo Fique Alerta, da TV Pajuçara. Na reportagem, Mônica Ermírio acompanha de perto a rotina da quadrilha Luar do Sertão e mostra como meses de planejamento, ensaios e trabalho coletivo se transformam em um espetáculo capaz de emocionar o público nos arraiais.

A produção revela ainda o trabalho de quem está por trás da concepção artística do espetáculo, como o projetista responsável pelo tema deste ano, inspirado na canção Asa Branca, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira. Entre figurinos, coreografias e ensaios, cada detalhe é ajustado para sustentar a narrativa que chega ao público no tablado.

Mais do que técnica, a reportagem também mostra o vínculo afetivo que mantém viva a tradição. Para muitos integrantes, a quadrilha é espaço de convivência, histórias compartilhadas e permanência no São João ao longo dos anos — em alguns casos, por décadas.

E para entender na prática os desafios dessa rotina, Mônica Ermírio aceita um convite especial: voltar a dançar quadrilha depois de anos longe dos arraiais e encarar os ensaios da Luar do Sertão rumo à estreia do espetáculo de 40 anos do grupo.

Confira a reportagem completa:

*Estagiaria sob supervisão.

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