Os festejos juninos, especialmente as quadrilhas, se transformaram em uma importante atividade econômica no Nordeste, gerando emprego e renda para diversos profissionais envolvidos na produção dos eventos.
Compositores, costureiras e artistas são alguns dos trabalhadores que se beneficiam dessa movimentação, que antes era vista apenas como uma manifestação cultural, agora movimenta milhões de reais.
O segundo episódio da série 'Da Europa ao Sertão: como se faz um São João' destaca esses bastidores e os desafios enfrentados pelos grupos, que buscam mais apoio e investimentos para continuar crescendo.
Quando as luzes do arraial se acendem e a quadrilha entra em cena, o público costuma enxergar apenas o espetáculo. Mas por trás das coreografias, dos figurinos e das apresentações que encantam milhares de pessoas todos os anos, existe uma cadeia de profissionais que trabalha durante meses para fazer o São João acontecer.
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Compositores, cantores, costureiras, cenógrafos, maquiadores e produtores estão entre os muitos trabalhadores que encontram nos festejos juninos uma importante fonte de renda. O que antes era visto apenas como uma manifestação cultural hoje também movimenta milhões de reais e impulsiona diversos setores da economia nordestina.
As quadrilhas juninas são um dos principais exemplos dessa transformação. A cada ano, os grupos investem em espetáculos cada vez mais elaborados, com enredos, figurinos exclusivos, trilhas sonoras próprias e produções que envolvem dezenas de profissionais nos bastidores.
É justamente esse lado pouco conhecido do São João que ganha destaque no segundo episódio da série especial "Da Europa ao Sertão: como se faz um São João", exibida pelo Fique Alerta, da TV Pajuçara. Na reportagem, a jornalista Mônica Ermírio mostra como a cultura junina se tornou também uma importante atividade econômica, capaz de gerar emprego e renda para centenas de pessoas.
Confira a reportagem completa:
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