Sem soro no país, serpente corre risco de ser sacrificada no DF

Publicado em 15/07/2020, às 10h18
Animal está no serpentário do Zoológico de Brasília | Divulgação/Zoo de Brasília -

UOL

Após o estudante de medicina veterinária Pedro Henrique Santos Krambeck Lehmkul, de 22 anos, ser picado por uma cobra naja, duas serpentes que também eram criadas ilegalmente foram devolvidas de forma voluntária para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

LEIA TAMBÉM

Uma delas, da espécie Trimeresurus vogeli, conhecida como víbora-verde-de-voge, corre o risco de ser sacrificada. Segundo o Zoológico de Brasília, não não há antídoto para o veneno dela no Brasil.

O animal, que é encontrado na Ásia, está no serpentário do Zoológico de Brasília e passa por um período de quarentena.

O biólogo e diretor de répteis e anfíbios do Zoológico de Brasília, Carlos Eduardo Nóbrega, explica que o veneno da serpente é hemotóxico, ou seja, causa necrose na área que foi picada.

Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

Engenharia social responde por 40% das fraudes financeiras no Brasil Irmãos Batista, da J&F, dizem ao CADE que a compra da Avibras é oportunidade para diversificar negócios Venda de produtos ilegais avança no comércio físico e digital; saiba como identificar falsificações Campanha convoca familiares de desaparecidos para coleta de DNA