Série especial: O sabor e a economia das tradicionais comidas típicas juninas

Publicado em 25/06/2026, às 14h18
- Reprodução/Fique Alerta

Yasmin Gregorio*

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Não existe São João sem milho. Presente nas receitas que atravessam gerações, nas mesas das famílias e nas celebrações espalhadas pelo Nordeste, o ingrediente vai muito além da culinária. Ele reúne história, tradição, religiosidade e também representa uma importante fonte de renda para milhares de pessoas durante o período junino.

Cultivado pelos povos indígenas muito antes da chegada dos portugueses ao Brasil, o milho foi incorporado aos festejos de junho e, ao longo dos séculos, se tornou um dos maiores símbolos das festas juninas. Dele surgem receitas que fazem parte da memória afetiva de muitas famílias, como pamonha, canjica, munguzá, bolo e o tradicional milho cozido.

É justamente essa relação entre cultura, gastronomia e tradição que ganha destaque no quarto episódio da série especial "Da Europa ao Sertão: como se faz um São João", exibida pelo Fique Alerta, da TV Pajuçara. Na reportagem, Mônica Ermírio mostra como um ingrediente presente há séculos na história do Brasil se tornou indispensável nas comemorações juninas e acompanha personagens que mantêm vivas receitas e costumes passados de geração em geração.

A reportagem também explica como o milho, inicialmente cultivado pelos povos originários, ganhou novos significados com a colonização portuguesa e passou a integrar os festejos dedicados a Santo Antônio, São João e São Pedro. Especialistas ajudam a entender como essa mistura de influências culturais moldou as festas juninas conhecidas atualmente.

Confira a reportagem completa:

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