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STF nega três pedidos que tentavam barrar votação do impeachment

Publicado em 17/04/2016, às 17h39

Redação

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), barrou neste domingo, 17, ao menos três questionamentos que podiam suspender a votação do impeachment na Câmara que acontece hoje ou anular o resultado. Além de rejeitar o mandado de segurança proposto pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) que tentava juntar o pedido de impeachment do vice-presidente da República, Michel Temer, ao processo de impedimento de Dilma, Marco Aurélio rejeitou também um pedido do PDT que tentava fazer o processo voltar à estaca zero e um habeas corpus proposto por um cidadão a favor da presidente.

Após o julgamento da última quinta-feira, quando o plenário do STF rejeitou cinco pedidos de parlamentares governistas e da própria Advocacia-Geral da União, os ministros do STF vêm rejeitando monocraticamente todas as solicitações que questionavam o processo de impeachment. Apesar de o presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, ter afirmado que a Corte "não fecha as portas" para outras análises sobre o tema, os ministros deram indicativo de que não pretendem interferir no processo político sobre o afastamento de Dilma.

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