VAR em escanteios e tempo limite para reposições: veja as novas regras a partir da Copa do Mundo

Publicado em 31/05/2026, às 15h20
- Cesar Greco / Palmeiras

Lance

A International Board (IFAB), organização responsável por gerir as regras do futebol, anunciou na manhã deste sábado (28) mudanças importantes no esporte mundial, que serão implementadas a partir da Copa do Mundo. No entanto, elas entrarão em vigor já na partida da Seleção Brasileira e prometem impactar diretamente a dinâmica do amistoso entre Brasil x Panamá.

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A assembleia geral foi realizada junto à Fifa, que aprovou o novo regulamento em Hensol, no País de Gales, e foi presidida por Mike Jones, presidente da Federação Galesa de Futebol (FAW).

As atualizações entrarão em vigor para os clubes a partir de 1º de junho e serão válidas para os times a partir da próxima temporada europeia, em agosto. As mudanças no regulamento atingirão diretamente o comportamento dos jogadores, a atuação dos goleiros, os procedimentos de arbitragem e o uso do árbitro assistente de vídeo (VAR).

Segundo a IFAB, o objetivo é aumentar a transparência das decisões, reduzir a perda de tempo e melhorar a relação entre jogadores e arbitragem dentro de campo.

Entre as principais novidades, laterais e tiros de meta terão limite de cinco segundos para cobrança após a contagem do árbitro — com reversão da posse ou marcação de escanteio em caso de demora. Jogadores substituídos terão dez segundos para deixar o campo, enquanto atletas atendidos pela equipe médica precisarão permanecer ao menos um minuto fora do jogo. O VAR também passa a poder corrigir rapidamente erros em escanteios e tiros de meta, além de revisar expulsões por segundo cartão amarelo.

Mudanças aprovadas pela IFAB

Caso Vini Jr

A IFAB informou que abrirá consultas para criar novas medidas disciplinares em duas situações específicas: quando jogadores decidirem deixar o campo de forma unilateral como protesto contra decisões da arbitragem — ou forem incentivados por membros da comissão técnica — e quando atletas cobrirem a boca durante confrontos com adversários em campo.

A discussão ganhou força após o episódio envolvendo Vini Jr., do Real Madridacusado de sofrer ofensas racistas do argentino Gianluca Prestiannina partida contra o Benfica, pelos playoffs da Uefa Champions League.

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